
A entrevista analisa uma suposta estrutura global de censura na internet, destacando conexões entre governos, ONGs, empresas de tecnologia e universidades para controlar narrativas online. Mike Benz detalha como essa rede teria surgido após eventos como o golpe na Ucrânia em 2014 e as eleições presidenciais dos EUA em 2016, usando o combate à desinformação como justificativa.
Mike menciona o uso de agências governamentais como o Departamento de Estado e o DHS (Departamento de Segurança Interna) para estabelecer políticas e ferramentas de censura. Também critica o envolvimento de organizações como a USAID e o Fundo Nacional para a Democracia (FND) na construção de infraestruturas de influência.
Casos específicos, como a atuação do juiz Alexandre de Moraes no Brasil e o papel de Hunter Biden em entidades relacionadas, são citados como exemplos de aplicação dessa estratégia. Programas financiados por governos, como o “Design for Democracy” e o projeto “Virality”, são mencionados como parte da operação para combater desinformação, com foco na COVID-19 e eleições.
Mike sugere que essa estrutura visa influenciar políticas internacionais e resultados eleitorais, utilizando IA e análises de dados para monitorar e suprimir narrativas contrárias ao establishment. Ele também aponta a compra do Twitter por Elon Musk como um ponto de virada na resistência contra essa censura global.
Vejam a tradução/edição, dessa entrevista, feita pelo jornalista Fernão Lara Mesquita, em seu blog: Vespeiro




