Medicina e Nutrição, finalmente uma luz no fim do túnel.

“No futuro, os médicos não apenas prescreverão medicamentos, como também poderão prescrever dietas.”
“Todo futuro médico deve dominar a linguagem da prevenção antes mesmo de tocar em um estetoscópio.”
“Quase todos os residentes médicos são solicitados a aconselhar seus pacientes sobre nutrição, mas menos de um quarto dos médicos em atividade se sente adequadamente preparado para fornecer aconselhamento nutricional.
Podemos reverter a epidemia de doenças crônicas simplesmente mudando nossas dietas e estilos de vida. Mas, para isso, precisamos que a nutrição seja uma parte fundamental da formação de todos os médicos.”

https://x.com/ThayzzySmith/status/1960871131142840809?t=25SbVLD7Oy_DqKT83St6SA&s=19

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Um discurso surpreendente.

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O mal se infiltra no Sistema Educacional.

“…EU SOU TÃO BOM QUANTO VOCÊ.” Será?!?!?

Fitafuso propõe um brinde, em um jantar oferecido aos jovens demônios, na Faculdade de Treinamento de Tentadores. C.S.Lewis – 1961

Nessa terra promissora, o espírito do eu sou tão bom  quanto você já passou a ser algo mais do que uma influência puramente social. Ele começa a se infiltrar no  sistema educacional. Não posso dizer com certeza até  onde ele foi no presente momento. E isso tampouco  importa. Uma vez que vocês captarem a tendência, poderão facilmente prever seus desdobramentos futuros;  especialmente se nós mesmos desempenharmos um papel nesses desdobramentos. O princípio básico da nova  educação é que os alunos lentos e vagabundos não devem sentir-se inferiores aos alunos inteligentes e esforçados. Isso seria “antidemocrático”. Essas diferenças entre os alunos – porque elas são, muito obviamente, diferenças individuais – precisam ser disfarçadas. Isso pode  ser feito em vários níveis. Nas universidades, as provas  devem ser elaboradas de tal forma que quase todos os  alunos consigam boas notas. Os vestibulares devem ser  feitos para que todos ou quase todos os cidadãos possam entrar nas universidades, quer tenham a capacidade  (ou o desejo) de se beneficiarem com uma educação superior, quer não. Nas escolas, as crianças que forem lentas ou preguiçosas demais para aprender línguas, matemática e ciências podem ser levadas a fazer aquilo que as  crianças costumavam fazer em seu tempo livre. É possível deixá-las, por exemplo, fazer bonequinhos de argila  e dar a isso o nome de Educação Artística. Mas durante todo esse tempo jamais deve haver nenhuma menção  ao fato de que elas são inferiores às crianças que estão  efetivamente estudando. Qualquer bobagem em que estiverem envolvidas deve ter – acho que os ingleses já  estão usando essa expressão – “igualdade de valor”. E é  possível conceber um esquema ainda mais drástico. As  crianças que estiverem aptas a ser transferidas para uma  classe mais adiantada podem ser mantidas na classe anterior usando métodos artificiais, com a justificativa de  que as outras poderiam ter algum tipo de trauma- por  Belzebu, que palavra mais útil! – caso ficassem para trás. 

Assim, o aluno mais inteligente permanece democraticamente acorrentado a seus colegas da mesma idade em toda a sua carreira escolar, e um menino capaz de compreender Ésquilo ou Dante é obrigado a ficar sentado ouvindo seus coevos tentando soletrar “O VOVÔ VIU  A UVA”.

Resumindo, não é absurdo esperar pela abolição  praticamente total da educação quando finalmente o  eu sou tão bom quanto você sair vitorioso. Todos os incentivos para aprender e todas as penalidades para a  ausência do desejo de aprender desaparecerão. Os poucos que quiserem aprender não poderão fazê-lo; afinal,  quem são eles para se destacarem entre seus colegas? E,  de qualquer modo, os professores – ou devo dizer “babás”? – estarão excessivamente ocupados tranqüilizando os ignorantes e dando-lhes tapinhas nas costas para perderem tempo ensinando de verdade. Não precisaremos mais ter de planejar e trabalhar arduamente para espalhar a arrogância serena ou a ignorância incurável entre os homens. Os próprios vermezinhos farão isso por nós.

É claro que isso só aconteceria se toda a educação se tornasse estatal. Mas é isso que acontecerá, pois faz parte do mesmo movimento. Os impostos, inventados para esse propósito, estão acabando com a classe média, a classe que estava disposta a economizar e fazer sacrifícios para que seus filhos recebessem uma educação privada. A remoção dessa classe, além de estar ligada à abolição da educação, felizmente é mais uma conseqüência inevitável daquele espírito que diz eu sou tão bom quanto você. Foi este, afinal de contas, o grupo social que deu aos humanos a esmagadora maioria de seus cientistas, físicos, filósofos, teólogos, poetas, artistas, compositores, arquitetos, juristas e administradores. Se alguma vez já houve um bando de galhos que precisavam ter suas pontas cortadas para ficarem no mesmo nível das outras, certamente esse grupo era composto pela classe média. Como disse um político inglês, pouco tempo atrás, “a democracia não deseja grandes homens”.
Seria inútil perguntar a essa criatura se por desejar  ele quer dizer “precisar” ou “gostar de”. Mas é melhor deixar tudo às claras, pois aqui a pergunta de Aristóteles surge novamente. 

Nós, no Inferno, certamente ficaríamos felizes com o desaparecimento da Democracia no sentido estrito da palavra: a tal organização política. Como todas as formas de governo, ela em geral trabalha em nosso favor; mas, no geral, está menos do nosso lado do que as outras formas. E devemos nos dar conta de que “democracia”, no seu sentido diabólico (sou tão bom quanto você, Gente Como a Gente, Sensação de Pertencer a um Grupo), é o instrumento mais valioso que poderíamos desejar para extirpar as Democracias políticas da face da terra.
Pois a “democracia”, ou o “espírito democrático” (no sentido diabólico), produz uma nação sem grandes homens, uma nação feita basicamente de analfabetos, moralmente fracos, devido à falta de disciplina na juventude, e frágeis devido a toda uma vida de intemperança. E é isso que o Inferno deseja que cada povo democrático seja. Porque quando uma nação dessas acaba entrando em conflito com outra nação onde as crianças foram diligentes na escola, onde o talento é valorizado e onde a massa ignorante não opina em assuntos de ordem pública, só um resultado é possível.

Recentemente uma Democracia ficou bastante surpresa quando descobriu que a Rússia tomou-lhe a dianteira em matéria de ciência. Ah, um adorável exemplo da cegueira humana! Se toda a sociedade tende a opor-se a qualquer tipo de excelência, por que esperavam que seus próprios cientistas se sobressaíssem?

É nossa tarefa encorajar o comportamento, o estilo, enfim, toda uma atitude mental que as democracias  naturalmente apreciam, porque são exatamente essas  coisas que, se forem deixadas à vontade, acabarão por  destruí-las. Vocês podem até mesmo perguntar-se por  que os próprios humanos não enxergam isso. Mesmo  que eles não leiam Aristóteles (pois isso seria antidemocrático), era de esperar que a Revolução Francesa lhes  tivesse ensinado que o comportamento que os aristocratas apreciam não é o mesmo comportamento que preserva a aristocracia. Pois então teriam aplicado o mesmo  princípio a todas as formas de governo. 

Mas eu não quero terminar meu discurso desse modo. Eu não gostaria de encorajar – que o Inferno nos  livre! – em suas mentes aquela ilusão de que vocês têm a  obrigação de estimular nas mentes das suas vítimas humanas a ilusão de que o destino das nações é, em si mesmo, mais importante do que o das almas individuais. A  derrocada dos povos livres e a multiplicação dos Estados escravos são, para nós, apenas um meio (e é claro  que são, além disso, bastante divertidos); mas o verdadeiro objetivo é a destruição dos indivíduos. Pois somente  os indivíduos podem ser salvos ou condenados à danação, somente eles podem tornar-se filhos do Inimigo ou alimento para nós. O valor derradeiro, para nós, de cada revolução, guerra ou fome está na angústia de cada um, na traição, no ódio, na ira e no desespero que ela poderá produzir. A idéia do eu sou tão bom quanto você é um útil recurso para a destruição das sociedades democráticas. Mas ele tem um valor ainda maior como um fim em si mesmo, como um estado de espírito, o qual, ao excluir necessariamente a humildade, a caridade, a satisfação e todos os prazeres da gratidão e da admiração, é capaz de desviar um ser humano para bem longe de quase todos os caminhos que poderão finalmente levá-lo aos Céus.

Inspirado na obra de C.S.Lewis, “Cartas de um diabo à seu aprendiz” (1940-1941)

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Hoje é dia de agradecer a Deus

Obrigado Senhor por estar comigo nessa caminhada.

Em suas mãos entrego meu destino. O Senhor está no comando.

Eu sei que o Senhor nunca me abandonara
Amém 🙏
Com a graça de Deus
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Frase da semana, 03 de agosto de 2025.

“Cumplicidade e covardia, tradicionalmente, custam muito caro ao Brasil.” Diplomata brasileiro Carlos Alves de Souza (embaixador do Brasil na França, no período entre 1956 e 1964)

Qualquer escalada autoritária, faz-se acompanhar da escalada do cinismo dos tiranos.

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Esquemas do Laudelino, o primeiro passo para educação do Analfabeto Funcional.

Por Laudelino, conheça mais o trabalho desse artista, o Coringa da “Era do Judiciário”: https://youtube.com/@laudelinorj?si=0Ykohoav6PwnWBgK

Nossa sociedade, por @LaudelinoRJ
Lawfare, a máquina de moer reputações
A teia silenciosa das famílias criminosas

Bônus:

Sobre Carlos Lacerda

Suas palavras:  https://youtube.com/clip/UgkxlazqOi5CcK5VW4hWUwQk2EeN39EbCR-_?si=sJoqGwnRJC58ty1l

Não há indicação explícita da data nem do local em que o discurso foi proferido. Porém, o conteúdo apresenta argumentos típicos do contexto de redemocratização pós‑Estado Novo (fim da ditadura de Getúlio Vargas em 1945) e críticas à censura, educação e propaganda política exclusivista. Esse tom é característico da fase em que Carlos Lacerda ainda era ligado à ala liberal-progressista, antes de se consolidar como figura-chave da direita anti-comunista. É plausível supor que esse discurso tenha sido proferido entre 1943 e meados da década de 1940, possivelmente em torno de 1944–45, quando o tema da democracia e educação ganhava centralidade.

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Aplicando o Método Feynman para se educar

O Método Feynman é uma técnica de aprendizado criada com base na forma como o físico Richard Feynman (Prêmio Nobel de Física, 1965) abordava o estudo e a compreensão de conceitos complexos. Ele acreditava que a verdadeira compreensão de um assunto só é atingida quando se consegue explicá-lo de forma simples, como se fosse para uma criança.
Passos principais do Método Feynman
1. Escolha um tópico
     Escolha o tema ou conceito que você deseja aprender ou entender melhor.
2. Explique com palavras simples
     Escreva (ou fale) uma explicação do tópico como se estivesse ensinando para alguém leigo ou uma criança.
Use linguagem simples, evite jargões e termos complicados sem explicação.
3. Identifique lacunas no conhecimento
     Ao tentar explicar, você perceberá onde sua compreensão é fraca ou incompleta.
Volte às fontes (livros, aulas, artigos) para preencher essas lacunas.
4. Refine e simplifique
     Reescreva ou explique novamente o conceito, agora mais claro e direto, até que ele faça sentido mesmo sem depender de termos técnicos.
Use analogias e exemplos cotidianos, pois isso ajuda a internalizar o conceito.
Por que ele funciona?
Força você a processar ativamente (não apenas reler ou decorar).
Mostra rapidamente onde você realmente não entende.
Cria uma versão “simples” na sua mente, que facilita a lembrança e a aplicação prática.

Exemplo rápido

Tema: Gravidade

Explicação inicial: “A gravidade é a força de atração entre massas.”

Versão Feynman: “A gravidade é como se a Terra estivesse puxando tudo para ela, como um ímã invisível, mas que funciona com tudo que tem peso. É por isso que as maçãs caem no chão e nós ficamos com os pés no chão.”

Aqui vai um passo a passo direto e prático do Método Feynman, pronto para você usar agora com qualquer tema:

Passo a passo imediato

1. Escolha um tema específico

     Exemplo: “Fotossíntese”, “Teoria da Relatividade”, “Impostos sobre consumo”, ou qualquer conceito que você quer aprender.

2. Pegue um papel ou bloco de notas

     Escreva o nome do tema no topo da página.

     Deixe espaço suficiente para escrever bastante.

3. Explique como se fosse para uma criança de 12 anos

     Escreva tudo o que você sabe sobre o tema com suas próprias palavras, evitando termos técnicos.

     Use exemplos e comparações do dia a dia.

     Não copie textos prontos. Isso força seu cérebro a criar conexões.

4. Identifique suas dúvidas

     Ao explicar, perceba onde você travou ou usou palavras vagas (“é complicado”, “não sei bem como funciona”).

     Marque essas partes — isso mostra exatamente onde você precisa estudar mais.

5. Volte à fonte de estudo

     Pesquise só as partes que você não conseguiu explicar bem.

     Entenda novamente e anote a explicação com mais clareza.

6. Reescreva de forma ainda mais simples

     Tente usar analogias: “isso funciona como…”, “é parecido com…”.

     Evite qualquer termo difícil ou, se usar, explique o termo no mesmo texto.

7. (Opcional, mas poderoso)

     Leia em voz alta para alguém (ou imagine que está ensinando).

     Se a pessoa não entender, simplifique mais uma vez.

Dica extra

> Use este método em ciclos curtos (10 a 30 minutos) para cada tema, em vez de tentar fazer tudo de uma vez. Isso melhora a memorização.

Vamos aplicar o Método Feynman ao tema “Soberania” agora, na prática:

1. Tema escolhido:

Soberania

2. Explicação inicial (como se fosse para uma criança)

     > “Soberania é quando um país tem o poder de mandar em si mesmo, sem ter que obedecer a outros países.
     É como se fosse o ‘dono da própria casa’.
     Por exemplo: se você decide o que acontece no seu quarto, sem ninguém de fora dando ordens, isso é como a soberania de um país.”

3. Identificando lacunas

     Perguntas que surgem:

     A soberania é só do país ou pode ser de um povo, de um governante?

     Existem limites para a soberania?

     O que acontece quando países abrem mão de parte dela (como em blocos econômicos)?

4. Buscar mais informações (resumindo a pesquisa)

     Soberania pode ser interna (o Estado manda dentro do seu território) e externa (ninguém de fora manda nele).

     Ela tem limites: por exemplo, um país não pode fazer qualquer coisa que afete outros países de forma ilegal (como invadir).

     Em tratados internacionais (como União Europeia), os países cedem parte da soberania por acordo, mas continuam soberanos na essência.

5. Explicação simplificada (versão refinada)

     > “Soberania é o poder de um país decidir suas próprias leis, controlar seu território e escolher seu futuro sem depender de outros países.
     É como um dono de uma casa: você pode arrumar do jeito que quiser e decidir quem entra ou sai. Mas, se você mora num condomínio (como um bloco de países), você aceita algumas regras em comum sem deixar de ser dono da sua casa.”

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FiloSorfando 29 de julho de 2025

Ao lembrar, imaginar, que temos pouco controle sobre acontecimentos externos (na verdade pensamos que temos), nosso grau de ansiedade irá diminuir. Experimente para ver.

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Adoro ARTE

Em destaque a arte feita por adolescentes, sem fins ideológicos, políticos: assistam 👇

O original, legendado em português: 👇😍 emocionante!

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Sobre a atividade cerebral

Excelente explicação da Dra. Anete!👇

Perguntei ao @Grok3 se faz sentido a explicação dessa senhora, e ele respondeu o seguinte: “Sim, faz total sentido. Astrócitos ajudam na limpeza de resíduos cerebrais via sistema glimfático, ativo durante o sono. Fatores como falta de sono, inflamação, estresse crônico e doenças degenerativas impedem essa função, podendo afetar memória e saúde mental, conforme estudos científicos (ex.: NCBI, Frontiers).

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