Lisa Gerrard (Melbourne, Capital do Estado de Victória, Austrália, 12 de abril de 1961) compositora e cantora australiana. Integrante principal da desaparecida banda “Dead Can Dance“. Ela é mais conhecida pela sua profunda voz de contralto.
Lisa cresceu no bairro multi-étnico de East Prahan, onde conviveu entre as culturas grega, turca, italiana, irlandesa e árabe. Essa diversidade cultural teve grande influencia em sua música, particularmente em seus albuns posteriores a banda “Dead Can Dance” e em seu trabalho solo. Em seu último trabalho, Lisa Gerrard (4AD), a cantora e compositora australiana recapitula seus mais de 20 anos de carreira com a banda “Dead Can Dance” e solista. A retrospectiva ilustra sua progresão desde o “goticismo barroco” de seu trabalho com Brendan Perry, e serve para adentrar em seu próprio mundo etéreo que ampara devaneos neoclásicos e ambientais, incursões na fusão étnica e suas exitosas participações nas bandas sonoras de Ali, El dilema, El Fuego de la Venganza ou na multipremiada película, Gladiator.
É intérprete vocal de um dos temas da película Gladiator, “Now We Are Free“, e junto ao cantor Denez Prigent, interpretam a canção “Gortoz A Ran – J’Attends”, composta para a película “Black Hawk Down.”
Nasci em Belo Horizonte. Fui criado em Belo Horizonte. Vivo em Belo Horizonte.
Apesar de todos esses anos na minha Cidade natal, não conhecia o Belvedere do Bairro Mangabeiras. Vejam a vista de lá:
Deste local, de fácil acesso para quem está de automóvel, podemos compreender porque essa Cidade foi denominada Belo Horizonte. O cenário é magnífico! Recomendo a visita.
Hoje me deparei com uma imagem que detonou um insight: ” Quantas vezes ficamos sem ação diante de um problema que nos acomete, antes mesmo de compreende-lo. Por medo, por vergonha, por preconceito, por ansiedade. O que são essas “amarras” que nos imobiliza? São as “correntes” mentais, psicológicas. Assim como na técnica utilizada para manter o elefante em cativeiro, nós seres humanos, somos submetidos, desde o nascimento, à processos educacionais que podem tanto contribuir para o aperfeiçoamento de todas nossas faculdades humanas como podem nos adestrar para cumprirmos destinos que não foram escolhas nossas. Outra imagem interessante
que me motivou a refletir sobre a influência da doutrinação foi essa ao lado: a do burro amarrado na cadeira.É verdade, o burro não sai do lugar. Lembrei da época que ia para a fazenda de algum amigo e saíamos para galopar. Quando chegávamos a determinado destino, ou tínhamos que descer do cavalo, bastava colocar o cabresto (aquela cordinha usada para guiar o cavalo) sobre uma ripa do curral ou sobre o galho de uma árvores e o cavalo ficava ali, quietinho, esperando alguém “desamara-lo”. Ele não fugia apesar de não estar de fato preso, amarrado. Isso não é lenda. Assim como, o elefante, o cavalo se sente amarrado. Na verdade aprisionado. E eles estão, porém, são amarras “condicionadas”, psicológicas (se é que no caso dos animais podemos classificar dessa forma. Aqui Eu me dou a esse direito.) que os impedem de fugir.
Agora, querem ver uma coisa: joguem uma cobra nesse burro ai ou soltem um traque perto dele ou encha o saco dele. O que acham que vai acontecer? Não preciso responder claro. No caso do elefante, se ele estiver numa tenda de circo, experimente botar fogo na tenda pra vê se o bicho não se machuca todo, mas arrebenta a estaca e sai fora. Irrita ele pra vê se o bichão não faz o mesmo.
Bom, o que tem isso a ver com o insight que tive? Compreendi onde está a natureza da nossa falta de mobilização para sairmos de situações que nos afligem. Me disseram uma vez que errar é humano, insistir no erro é burrice. E é mesmo. Muitas vezes repetimos erros, porque estamos HABITUADOS a eles. Muitas vezes ficamos imobilizados por MEDO. Muitas vezes deixamos de viver uma experiência nova por VERGONHA. Muitas vezes deixamos de experimentar novas soluções por PRECONCEITO. Essas são as AMARRAS mentais. Identifique-as na sua vida e solte-se. Pode doer um pouco (sair puxando uma cadeira pode não ser muito confortável; arrancar uma estaca pode ser doloroso), mas a liberdade trará novas possibilidades e, com certeza, Vocês vão se libertar da cadeira e da estaca mais adiante.EXPERIMENTA e depois me conta.Eu experimentei a sensação é deliciosa.Pense nisso!
Outra coisa, assim como, para os animais é preciso um estímulo, STRESS, para eles esquecerem as amarras e agirem, para nós seres humanos o mesmo acontece. Precisamos de algum estímulo para acreditar que podemos romper com as amarras mentais. Para isso existem as CRISES. Bendita crise! Você pode, se optar por isso, agir e se soltar por que está com RAIVA, INSATISFEITO, TRISTE, INFELIZ. De qualquer maneira não tenha receio do STRESS gerado por esses sentimentos, ele é necessário. Aproveita deles, não espere que ninguém decida por Você ou o induza. A dosagem é Você quem decide. Quanto maior a dose, maior será o “estrago”.Mas não se preocupe, será para transformar sua vida para melhor. O importante é romper as amarras. Se Você quiser, claro. VOCÊ É O RESPONSÁVEL PELA DECISÃO DE ROMPER. ASSUMA ESSA RESPONSABILIDADE E LIGUE O FODA-SE!
Certa ocasião, não faz muito tempo, conheci uma moça que me chamou a atenção pela semelhança com minha querida e estimada Táta, tia de Barra Mansa. Que saudade! Essa moça, quem nunca mais encontrei e nem tive mais notícias, me enviou, hoje, essa apresentação, a qual resolvi adpatar num video para postar no Youtube e guardar como recordação. Fiquei bastante emocionado com as imagens e o texto. Ai, resolvi brincar um pouquinho aqui na Net. Pra Vocês, que viveram nos anos 60 e 70, imagens que, tenho certeza, irão despertar bons sentimentos.
Quando o João ficava fora
muitos dias sem chegar
a Chica ficava louca
e se punha a gritar
Preparem logo um banquete
com tudo o que há na cozinha
botem assim mesa farta
que quero cear sozinha!
Não; mudei de idéia
chamem todo o arraial
quero que vejam que aqui
não existe mesa igual
Se punha na cabeceira
com o povo todo ansioso
e se entupia de comida
achando maravilhoso
Formatura do Rafael. Engenharia Elétrica, pela Escola de Engenharia da UFMG. 1 de agosto de 2011.
Clique acima em (>) para ouvir o som das águas. Clique na imagem abaixo para ouvir o casal "tucanos do bico verde", na Serra do Mar
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AUTOR
“Esteja certo de estar no time que o desafia...”.
É fácil para as coisas saírem fora dos trilhos.
É fácil saber o que fazer e, mesmo assim, não fazê-lo.
Isto até parece ser como a vida é...
Todos nós temos épocas em que não usamos o que sabemos.
Mas, se nos rodearmos de pessoas que se movitam para frente,
que são positivas,
que estão concentradas na obtenção de resultados,
que nos apoiem,
Isto nos desafiará a sermos mais, a fazermos mais...
Se Você puder se cercar de pessoas,
que nunca deixam Voçê se acomodar com menos do que Voçê pode ter e, ser,
Você tem o maior presente que qualquer um pode esperar.