Subindo para o Caraça com Elvis

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4 dias no Caraça – 09 a 13 de março de 2011

Conheci o Caraça no reveillon de 1979. Fui passar o final de ano na fazenda de um colega da faculdade na Cidade de Santa Bárbara e, no dia 1 de janeiro fomos conhecer o “Santuário”. Nunca tinha ouvido falar! Mas meu colega, como era da região, sabia dos segredos e das belezas naturais ocultas entre as montanhas da propriedade. Subimos a Serra por estrada asfaltada (o asfalto chegou em 1975 – a inauguração oficial ocorreu em 10 de agosto de 1975).
Foi amor a primeira vista. Fiquei apaixonado pelo local e uma “misteriosa química rolou” entre minha alma e a energia emanada da mata, do rio, do imponente prédio da Igreja, das ruinas da biblioteca (que foi destruída por um incêndio em 28 de maio de 1968). Logo fui pesquisando sobre sua história. Qual a origem de uma construção magnífica como essa? Assuntei, comprei logo dois livros na lojinha, visitei o Museu, que na época funcionava dentro das dependências do Colégio.

Não me lembro com exatidão, sei que, uns 15 dias depois, voltei com minha namorada e uma amiga de colégio para fazermos uma inspeção mais detalhada do local e fazer minhas primeiras fotos. Subimos a serra num TL azul ano 1974. Mais uma vez senti uma “coisa estranha” em relação àquele lugar. Em alguns lugares chegava a arrepiar, uma sensação gostosa, uma saudade, sei lá.
Nessa primeira visita “consciente” pude constatar a necessidade urgente de providências relacionadas a preservação desse patrimônio natural, cultural e artístico, o qual faz parte da história de Minas Gerais, porque não do Brasil. Fiquei desolado com o impacto causado pelos excursionistas de fim de semana, que iam (e ainda vão) ao local para extravasar as tensões do cotidiano. O certo é que o turismo sem critério levava a uma deterioração das dependências e poluiam o meio ambiente. Providências foram tomadas para impedir o turismo predatório. O Caraça é um lugar sagrado, onde a energia amorosa é muito forte, que deve ser compartilhado com todos, mas que precisa ser respeitado e preservado.
Fato é que, sempre que me sinto “desenergizado” volto lá para reabastecer de energia vital. No Santuário alimentamos a alma e fortalecemos o espírito.

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Pensamento da sexta-feira em vídeo.

Nunca deixe que ninguém diga a Você o que Você tem que fazer. Se Você acredita numa coisa, e acredita nessa coisa de coração, e Você sabe que essa coisa é importante para Você e que não vai prejudicar a ninguém, machucar a ninguém, vai em frente e faça. Do seu jeito!

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Palavras

Se você está lendo isso, mesmo que a gente não se fale com frequência, envie um comentário da primeira lembrança que te vem à cabeça.

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Exposição Jardines Impresionistas – Thyssen

Jardines impresionistas_Thyssen (clique para baixar a apresentação em .pps dessa magnífica exposição: “jardinesimpresionistas” de 16 de novembro de 2010 a 13 de fevereiro de 2011 no Museo Thyssen. Uma parceria com a Fundação Caja Madrid.

Façam uma visita virtual:  http://www.museothyssen.org/microsites/exposiciones/2010/Jardines-impresionistas/vv/index.htm

O Museu Thyssen e Fundação Caja Madrid volta seu olhar para o Impressionismo. Mas desta vez abordando sobre o assunto de sua paixão por jardins, uma das regiões mais inexploradas dos impressionistas, mas curiosamente pouco estudados em amostras que têm dedicado. Por este motivo, organizou a exposição com 130 obras dos mestres do grupo (Manet, Monet, Renoir, Pissarro, Sisley precursores …), com artistas (Delacroix, Corot, Millet e Bazille, entre outros) e a primeira hora pós-impressionistas (Van Gogh, Nolde, Munch, Klimt, Bonnard, mas também espanhol Sorolla y Regoyos), incluindo alguns nomes-chave na linha de frente como Ernst e Malevich … Desde a década de 1860, os jardins eram muito populares na França. A introdução e circulação de centenas de espécies de plantas e flores “novo” da Ásia, África e América, bem como a abertura ea abertura do primeiro Royal Parks, estimulou um grande “movimento de horticultura”. Cultivar e desfrutar as flores em um jardim de decoração e de lazer tornou-se um passatempo favorito desde meados do século XIX, que não escapou ao grupo de pintores impressionistas, muitos partilhavam este hobby, (Monet, Calleibotte, Guillaumin) troca de dicas de jardinagem e experiências, e criar seus próprios “jardins do artista.” Com seu gosto pela cor, trabalho ao ar livre, os efeitos de luz e de temas da vida moderna, os impressionistas e seus seguidores levavam flores naturais, parques e jardins como motivo de arte e frequente fonte de inspiração. O jardim pode ser uma área de lazer, uma área que compreende de privacidade, de um lugar para criar beleza com plantas, mas também pode ser uma vingança da natureza como um elemento produtivo. Daí a atenção para o jardim, o local de cultivo, especialmente interessado em Pissarro, “o pintor das couves”, que gostava de pintar os jardins e os agricultores de trabalho, ele apreciava mais do que o burguês passeando por sua decoração do jardim.

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Dica Cultural Fernando&Sabino

Visitei ontem a Galeria CMafra no Bairro Santa Lúcia, em Belo Horizonte.

Trata-se de um espaço cultural totalmente voltado para a arte, dedicado a produzir e expor fotografias. Para nossa felicidade e degustação espiritual!

De extremo bom gosto, o ambiente conta com recursos de ponta, dentro dos padrões internacionais de qualidade. Vale a pena conferir e Você pode, assim como Eu, começar por aqui a degustação, ou visitar o site da Galeria, ou fazendo uma viagem virtual de 360° agora mesmo. Click aqui.

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“Histórias da Moeda – O Parapente

Clube de Vôo Livre Belo Horizonte : http://www.serradamoeda.com.br
O primeiro vôo de um parapa na Moeda deu-se no dia 8 de janeiro de 1988.  Foi um gringo que tinha ido a Valadares e resolveu da uma esticada em BH.  Já havia pilotos cariocas, gaúchos e paulistas. O primeiro mineiro a voar da Moeda foi o Marcinho, instrutor de asa-delta, no parapa deste gringo, no mesmo dia. O parapinha era tão ruim que pousou no meio da montanha. Não chegou nem no plano à frente de rampa Moedinha, lá na biruta sul. No dia seguinte foi a vez do Bruno Jelineck decolar com o mesmo parapa. Ficou pela montanha tb.
Passaram-se uns 4 anos até que aparecesse outro parapente por aqui. Um italiano, chamado Alessandro, casado com uma brasileira, passou uns tempos por aqui e começou a dar instrução para uma turma de amigos e conhecidos, todos neófitos no vôo. Desta turma, fazia parte o Henry Yu, entre outros pioneiros. Depois de uns dias o Alessandro precisou voltar para a Itália e deixou uns alunos formados, outros nem tanto.
Logo depois, em 1993, o Rui Marra, então campeão brasileiro de parapente, formou uma nova turma e habilitou alguns em uma semana. Fiz parte desta turma e me formei em Valadares, em pleno campeonato mundial de paraglider, com uma aula teórica (metade dela eu mesmo dei, à pedido do Rui) e 3 práticas. Matei outras 3 pois fui para Valadares antes do curso terminar, onde me encontrei com o Rui e fiz meu vôo solo. Detalhe: decolei num Classic da Fun Glider (hoje Sol), sem reserva, joguei na concha às 4 da tarde, o parapinha de escola não conseguiu entrar na térmica que tinha bombado o dia inteiro (inclusive obrigando 2 gringos a comandarem o reserva), parachutou uns 30 metros e caí no degrau, a uns 5 metros do abismo. Subi de volta à pé com o parapa embolado e decolei de novo. Tava batizado!
Depois o Lúcio Vasconcelos e um amigo seu do Rio, que esqueci o nome, vinham todo final de semana dar instrução para para novos alunos e continuou assim por muito tempo, até que o Lúcio continuou sozinho.
A Moeda foi palco de vários eventos nacionais de parapente, com destaque para o Fourteen, o campeonato brasileiro de 1999 e o de 1994, que teve apenas a primeira prova válida, quando foi estabelecido o recorde local de 82 km, que durou um bom tempo, até ser batido pelo Glayssinho (118 km) e pulverizado pelo Baiano (164 km).

Hoje, como eu já havia previsto e declarado, a Moeda é um dos raros picos do mundo onde o recorde de distância em parapa é maior do que o recorde de asa-delta (150 km). LUCAS – Clube de Vôo Livre Belo Horizonte

FOTOS deste blogueiro, amante das coisas de Minas.

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Depoimento do Marcos Palmeira sobre devastação em Teresópolis

” Dono de fazenda em Teresópolis, ator pede fim da hipocrisia ” (depoimento enviado por e-mail para o jornal O Globo neste domingo )
” Tenho a fazenda Vale das Palmeiras há 15 anos e nesse tempo todo venho acompanhando o aumento do desmatamento na região sem que nada seja feito. Vejo leito de rio sendo desviado sem que nada seja feito; vejo o aumento das construções irregulares sem que nada seja feito.
Eu, lá no meu canto, tentando preservar, e o poder público ajudando a destruir.
Então, em mais um verão do descaso, a chuva leva tudo e todos! Vamos culpar a natureza? Ora, chega de hipocrisia! Se não tomarmos uma providência, se não cobrarmos dos políticos uma ação enérgica, ficaremos anos vivendo momentos como esse, onde todos se colocam para ajudar, mas os que tinham condições reais de ajudar nada fizeram! É revoltante!
Estou com a população: nesse momento vale a solidariedade e não a reclamação. Nós estamos ilhados, sem comunicação, mas não paramos de agir um minuto sequer. Nós e todos os vizinhos! Nesse momento a união vale mais do que mil palavras. Até quando vamos acreditar que ” agora ” as coisas vão mudar? Estou revoltado porque o povo trabalhador, honesto, acredita e confia, e os políticos aproveitam para atuar em
benefício próprio. Não estou culpando esse ou aquele governo, já que o problema vem de anos, mas está na hora de darmos um basta nessa hipocrisia! Vamos cobrar e fiscalizar! Temos que entender que o desmatamento como um todo no Brasil ajuda para que essas catástrofes aconteçam!  “
ISSO É QUE É ( Coluna ” Gente Boa “, Cleo Guimarães )
” Marcos Palmeira doou para os desabrigados de Teresópolis 50 toneladas de legumes e verduras orgânicas, toda a produção de sua fazenda nas últimas semanas. Foi a salvação para as centenas de pessoas que perderam tudo e estão provisoriamente numa igreja da cidade. ” Elas estavam sem nada para comer “, disse Marcos “.
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Bom início de Fim de Semana

Que Você continue buscando realizar seus sonhos, mas que se lembre de viver intensamente e de usufruir de seus sentimentos e emoções, pois embora as coisas materiais sejam importantes para nós, elas ficam. Já os sentimentos e as emoções nascem conosco e nos acompanharão nas vidas futuras. Esta é a nossa verdadeira propriedade: o que trouxemos quando aqui chegamos e o que levaremos quando daqui partirmos.

Conta a lenda que, à beira da morte, Alexandre (O Grande) convocou todos os seus generais e relatou seus três últimos desejos:

1º- Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2º- Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas…);

3º- Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:

1º- Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2º- Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3º- Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
Pense nisso…

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Musicando com Fernando&Sabino

BOM DIA! Para ouvir e compartilhar. Uma contribuição de Path Franca:

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