Quero aqui, nesse momento, agradecer ao SESC/MG pela oportunidade proporcionada para o meu desenvolvimento pessoal e profissional. Foram quase 9 anos de trabalho, os quais muito aprendi nessa Entidade que é um desafio para qualquer pessoa exercer sua profissão. Sem dúvida alguma um passo importante do desenvolvimento da minha carreira.
Fui comunicado, hoje, pela Gerente de Pessoal, por volta das 11:00 horas, após uma reunião de trabalho, “que a partir desta data meus serviços não mais serão utilizados pela Entidade”, ou seja, a partir de hoje, 09/12/2010, não trabalho no SESC/MG.
Bom poder ter contribuído para uma Entidade ao longo desses anos (desde junho de 2001).
Fica a saudade: Clique Turismo, Mesa Brasil, o Voluntariado, as viagens de supervisão e o convívio com colegas do Interior. Muita gente boa conheci: José Carlos e Sobrinho de Juiz de Fora, Mirandes e Sônia de Januária, Maise e Luciene de Teófilo Otoni, Durce e Lucy de Poços de Caldas, Andrea e Elane de Paracatu, Vinícius de Grussaí, Ítalo de Ouro Preto. A elite do SESC/MG pela minha classificação. Gente que supera a diversidade para dar sustentabilidade à Entidade. Um abraço a todos e até um dia!
Fica a experiência: os bancos de dados criados, as planilhas de acompanhamento elaboradas, relatórios, eventos realizados, as correções de texto… quanto crescimento profissional proporcionado!
Fica a saudade…
“Nessa trajetória, deparo-me com a palavra SUBMISSÃO.
SUBMETER é aceitar, é colocar-se na posição de ASSUJEITADO. É recusa de desejo e de subjetividade. O que produz a infelicidade, INVEJA. Eu passo a querer destruir no outro o que não tenho, ou não lutei para ter.
Abandonar sonhos nos deixa apaixonados, adoecidos. Pathos, patologia, paixão. Ser saudável é ser apaixonado pela VIDA. Para tanto, às vezes é necessário emigrar, exilar. Afastar de um cotidiano que nos corrói e nos mutila. Trata-se menos de trocar um lugar por outro do que de se distanciar de um interior que nos adoece. O ato de romper deve soar como despertar, descobrir. Bendita crise! Abandonar um domínio do saber para um outro saber. Tomar uma outra posição diante de nós mesmos. É preciso soltar para segurar! Pôr um ponto de basta no que não nos diz respeito e não mais nos agrada. É preciso ter coragem para agir. Agir com o coração! Assumir outras escolhas. Implicar um estilo próprio de VIDA. É escolher entre a FESTA e a ÓPERA. A CIÊNCIA e a POESIA.
O que nos joga numa VIDA sem cor, numa ausência de epifania e júbilo, é a incapacidade de fazer da aventura humana um ato heróico. Devemos ser heróis de nossas próprias causas.
O CAPITALISMO ADORA TRANSFORMAR COISAS IRRELEVANTES EM RELEVANTES. O QUE TORNA A VIDA GOSTOSA É GENTE!” Inez Lemos, psicanalísta. mils@gold.com.br
VÁ A UMA LIVRARIA. ESCOLHA UM BOM LIVRO. INSTRUA-SE. NÃO SE DEIXE LEVAR PELOS LOBOS EM PELE DE CORDEIRO.
Ah, cuidado se alguém lhe oferecer um tal de “CRIANDO A MAGIA”, LIVRO ESCRITO POR LEE COCKERELL, Ex-Vice-Presidente Executivo, Operações Walt Disney World® Resorte. Pode ser um portador de vírus fatal!
Belo Horizonte, 09 de dezembro de 2010





muitas das empresas são piores do que as suas equipes. e que muitas empresas perdem tempo focando e tentando melhorar seus pontos fracos quando deveriam administrar seus pontos fracos e focar em seus pontos fortes.
Parece engraçado , mas quando ouço que alguem foi demitido . Eu penso o quanto temos empresas mal administradas neste país . Nenhuma pessoa hoje em dia trabalha só para não poder passar fome . Elas querem um emprego que lhes dê orgulho , desafio , crescimento e cabe as empresas proporcionarem isso . Funcionário bom não precisamos mandá-lo embora Grande parte das empresas não tem condições de manter uma equipe ou pessoa qualificada para fazer esse trabalho
O conceito de estágio no Brasil é totalmente falido, não querem construir um profissional, querem mão de obra barata que pode ser eliminada quando quiserem, e sem nenhuma burocracia
São raras as empresas que tem uma visão diferente, que investem nos funcionários, dão mais liberdade, transformam o local de trabalho em algo legal, e principalmente, a coisa que eu considero mais difícil, entender as críticas dos funcionários
Hoje, se você critica algo na empresa, você é eliminado, ao invés de olharem o problema e tentarem melhorar
É mais fácil demitir e contratar um zé mané que seja um robô mesmo…
Beijos
Path, querida. Seu comentário é estimulante. Um retrato da realidade empresarial nesse País (se é que podemos chamar esse Território de País, Nação!). Você traçou de maneira objetiva o perfil da cultura empresarial desse BRASIL COLÔNIA . Como somos uma empresa (EU, VOCÊ, NÓS, A PESSOA) devemos focar nossos pontos fortes! Vamos transformar essa COLÔNIA com nossos talentos. Vamos fazer nosso trabalho de beija-flor! Muito obrigado pelo comentário! Continue acreditando no seu talento, na sua intuição.
Ah, não perca tempo com gente medíocre. Beijos.