Dizem os entendidos que o que importa nos relacionamentos, em qualquer nível, é a qualidade da troca: afeto, comunicação, harmonia, etc. Concordo.
Agora imaginem o relacionamento com qualidade de troca, potencializado pela qualidade dos estímulos externos: uma bela paisagem, uma música magnifica, uma saborosa refeição acompanhada de uma boa bebida, num ambiente paradisíaco. Dá pra imaginar as consequências? Tudo de bom não é mesmo?
Viajar em boa companhia é o que mais gosto de fazer na minha vida. É muito bom! É bão demais da conta sô!
Tenho refletido sobre minhas viagens e cheguei à mesma conclusão de Vinícius, ele mesmo, o de Moraes: o triste de viajar sozinho, não é a solidão em si. É não poder compartilhar momentos sublimes com uma pessoa querida.
Viajei muito sozinho a trabalho e nessas viagens não fiquei nem um pouco aborrecido. Porque era trabalho e nos momentos de solidão o trabalho rende muito e, inspeção pra lá, inspeção pra cá, relatórios e mais relatórios, não há o despertar do compartilhar. Somente o desejo de cumprir bem a missão.
Agora, viajar numa viajem de lazer, chegar num paraíso qualquer sózinho…me poupa né ô Zé Mané egoísta. As coisas boas da vida foram feitas para serem compartilhadas.
Viajar é um estado de espírito, não é compromisso, palavra de Sabino. Podem acreditar.
Gosto de fotografar paisagem para isso: poder compartilhar com pessoas lugares abençoados pela natureza, que tive a oportunidade de visitar e contemplar. Não sou fotógrafo profissional, não tenho a pretensão de ganhar dinheiro com fotografia. Simplesmente adoro compartilhar minhas refeições. ><))))°>






Concordo, amigo, e sem acrescentar absolutamente
uma palavra!