Estoicismo, sendo a estrela do seu filme

Terapia Cognitiva Comportamental (TCC), a origem:

Após sobreviver a um naufrágio em que perdeu tudo o que tinha, Zeno foi parar em Atenas. Ali, conheceu as filosofias de Sócrates, Platão, Aristóteles e seus seguidores.

O estoicismo foi fundado no século 3 a.C. por Zeno, um rico mercador da cidade de Cítio, no Chipre.

“Ele se deu conta de que existia um mundo não material que era mais previsível e controlável do que o mundo que ele tinha como mercador. Abraçou as ideias daqueles filósofos e passou a viver uma vida simples e fundou sua própria escola filosófica”, disse Sherman.

… leia mais sobre essa interessante maneira de pensar que inspirou a Terapia Cognitiva Comportamental e a Terapia Comportamental Dialética.

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Passagem das Horas Trago dentro do meu… Alvaro de Campos

Alvaro de Campos (*)

Passagem das Horas

Trago dentro do meu coração,
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero.
A entrada de Singapura, manhã subindo, cor verde,
O coral das Maldivas em passagem cálida,
Macau à uma hora da noite… Acordo de repente
Yat-iô–ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô-ô … Ghi-…
E aquilo soa-me do fundo de uma outra realidade
A estatura norte-africana quase de Zanzibar ao sol
Dar-es-Salaam (a saída é difícil)…
Majunga, Nossi-Bé, verduras de Madagascar…
Tempestades em torno ao Guardaful…
E o Cabo da Boa Esperança nítido ao sol da madrugada…
E a Cidade do Cabo com a Montanha da Mesa ao fundo…

Continuar lendo…

(*) Um dos heterônimos utilizados por Fernando Pessoa

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Ter ou Ser?

https://books.google.com.br/books?id=ozCQDwAAQBAJ&lpg=PP1&hl=pt-BR&pg=PT2&output=embed

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O resgate da “alma imortal”

Transcrevo aqui o artigo do professor e filósofo Olavo de Carvalho, publicado no jornal Diário do Comércio, em 12 de maio de 2010:

“Se há neste mundo um fato bem comprovado, é a percepção extra-sensorial durante o estado de morte clínica. Um corpo inerte, sem batimentos cardíacos ou qualquer atividade cerebral, desperta de repente e descreve, com riqueza de detalhes, o que se passava durante o seu transe, não só no quarto onde jazia, mas nos outros aposentos da casa ou do hospital, que de onde estava ele não poderia ver nem se estivesse acordado, bem de saúde e com os olhos abertos. Isso já se repetiu tantas vezes, e foi atestado por tantas autoridades científicas idôneas, que só um completo ignorante na matéria pode teimar em permanecer incrédulo. Mas mesmo alguns daqueles que reconhecem a impossibilidade de negar o fato relutam em tirar a conclusão que ele impõe necessariamente: os limites da consciência humana estendem-se para além do horizonte da atividade corporal, inclusive a do cérebro. A relutância em aceitar isso mostra que o “homem moderno” – o produto da cultura que herdamos do iluminismo – se identificou com o seu corpo ao ponto de sentir-se amedrontado e ofendido ante a mera sugestão de que sua pessoa é algo mais. É evidente que aí não se trata só de uma convicção, de uma idéia, mas de um transe auto-hipnótico incapacitante, de um bloqueio efetivo da percepção.”

“Esse estado é implantado nas almas pela tremenda pressão anônima da coletividade, que as mantém em estado de atrofia espiritual mediante a ameaça do escárnio e o temor – imaginário, mas nem por isso menos eficiente – da exclusão. Infinitamente multiplicado e potencializado pelo sistema educacional e pela a mídia , o que um dia foi mera idéia filosófica, ou pseudofilosófica, incorpora-se nas personalidades individuais como reflexo de autodefesa e, na mesma medida, restringe a autopercepção de cada qual ao mínimo necessário para o desempenho nas tarefas imediatas da vida socio-econômica. É tudo uma profecia auto-realizável: se a evidência avassaladora da percepção extracorporal é negada, não é só porque as pessoas não acreditam nela – é porque se tornaram realmente incapazes de vivenciá-la de maneira consciente. Vivem alienadas da sua experiência psíquica mais profunda e constante, encerradas num círculo de banalidades no qual o triunfalismo “cultural” e “científico” da mídia popular infunde uma ilusão de riqueza e variedade.”

“O “mundo real” no qual essas pessoas acreditam viver é o dualismo galilaico-cartesiano, já totalmente desmoralizado pela física de Einstein e Planck, mas que a mídia e o sistema escolar continuam impondo à alma das multidões como verdade definitiva: tudo o que existe nesse mundo são as “coisas físicas” e, em cima delas, o “pensamento humano”, as “criações culturais”. De um lado, a realidade dura da matéria regida por leis supostamente inflexíveis, nas quais se fundamenta a autoridade universal e inquestionável da “ciência”; de outro, a pasta mole e dúctil do “subjetivo”, do arbitrário, onde toda opinião vale o mesmo. Dessa esfera “subjetiva” faz parte a “religião”, que é o direito de crer no que bem se entenda, com a condição de não proclamá-lo jamais verdade objetiva ou valor universal.”

“Nessas condições, o próprio exercício da religião torna-se uma caricatura grotesca. Tanto quanto o ateu, o homem religioso de hoje em dia acredita piamente na existência de uma esfera material autônoma, regida por leis próprias que a ciência enuncia, só de vez em quando rompidas pela interferência do “milagre”, do “inexplicável”, do “divino”. Por mais que a filosofia esculhambe com o “Deus dos hiatos” (aquele que só age por entre as brechas do conhecimento científico), ele é o único que restou no altar das multidões de crentes. Oficializada pelo establishment governamental, universitário e midiático, a rígida separação kantiana de “conhecimento” e “fé” tornou-se verdade de evangelho para a maioria das almas religiosas, embora ela seja, em si, perfeitamente herética à luz da doutrina católica, interpondo um abismo infranqueável entre dimensões cuja interpenetração, ao contrário, é a própria essência da concepção cristã do cosmos. É novamente a profecia auto-realizável em ação: à percepção mutilada do eu individual corresponde uma religião mutilada, e vice-versa.”

“Quando digo percepção mutilada, estou afirmando, taxativamente, que a imagem do eu como algo que reside no corpo ou se identifica com ele é fantástica, ilusória, doente. Ela impõe à consciência limitações que não são de maneira alguma naturais, muito menos necessárias. Todas as tradições espirituais do mundo, todas as disciplinas sapienciais começam pela constatação óbvia de que o eu não é o corpo, não “está” no corpo mas de certo modo o abrange como o supra-espacial transcende e abrange o espacial (este é balizado por certas relações matemáticas que, em si, não estão em parte alguma do espaço). Mas uma coisa é compreender isso por pura lógica, outra bem melhor é poder constatá-lo no fato vivo da percepção extra-sensorial em casos de morte clínica. Bastaria, a rigor, um único episódio desse tipo para dar por terra com a balela de que o cérebro, isto é, o corpo, “cria” a cognição, o pensamento, a consciência. Mas os episódios são milhares, e o desinteresse dos crentes por esse tipo de fenômenos (mais estudados por ateus, adeptos da New Age e budistas do que por católicos, protestantes, ou mesmo judeus crentes) denota que a mente religiosa já se conformou com um estado de existência diminuída, em que a alma supracorporal, condição fundamental do acesso a Deus, só passará a existir no outro mundo, por alguma transmutação mágica da psique corporal, em vez de constituir já nesta vida a nossa realidade pessoal mais concreta, mais substantiva e mais verdadeira, presente e atuante nos nossos atos mais mínimos como nas nossas vivências mais elevadas e sublimes.”

“Durante milênios cada ser humano, ao pronunciar a palavra “eu”, referia-se de maneira imediata e automática à sua alma imortal, a única que podia orar e responder por seus próprios atos ante o altar da divindade. Dessa alma, a psique corporal era uma parte e função menor, voltada ao meio material e social tão-somente, alheia a todo senso do eterno e, a rigor, incapaz de pecado ou santidade, apenas de delitos e virtudes socialmente reconhecidos. A partir do momento em que a psique corporal foi assumida como realidade autônoma, cada indivíduo só se enxerga a si mesmo como membro de uma espécie animal e como “cidadão”, amputado daquela dimensão que fundamenta o senso último de responsabilidade e cultivando, em lugar dele, o mero instinto da adequação social, adornado ou não de “moral religiosa”. Imaginem a diferença que isso faz, por exemplo, na compreensão que você tem da Bíblia: se você não a lê com sua alma imortal, talvez fosse melhor não lê-la de maneira alguma, porque a lê com a carne e não com o espírito.”

COF: Curso On-line de Filosofia https://lp.seminariodefilosofia.org
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Reflexão de um domingo azul: “Jogos de linguagem”

Como podemos identificar o que é uma isca, e o que é um alimento para nossa nutrição?

A filosofia teórica de Kant conclui pela impossibilidade de o intelecto produzir conhecimento por si mesmo. A experiência é a origem do conhecimento e o entendimento possui o papel de organizador das informações da sensibilidade. Se as conclusões de Kant sobre a razão são negativas no âmbito do conhecer, essas se tornam positivas no domínio prático, uma vez que a razão se mostra como faculdade produtora de regras. A conexão entre o pensamento teórico e a filosofia moral de Kant, entretanto, é um ponto de difícil interpretação, principalmente para aqueles que iniciam seus estudos jusfilosóficos.” ( E-civitas Revista Científica do Departamento de Ciências Jurídicas, Políticas e Gerenciais do UNI-BH
Belo Horizonte, vol. I, no 1, nov-2008. ISSN: 1984-2716. Disponível em: http://www.unibh.br/revistas/ecivitas )

Corte do OC: Jogos de linguagem. Pegadinhas?
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A melhor notícia que Eu recebi nos últimos anos: Rasgue a fantasia!

Sim, é muito importante saber quem Você é!

A ligação traumática é um elo entre o passado e o presente, e quebrá-la exige uma profunda exploração do nosso eu interior.” — Christine Courtois

Em nome do Corpo, da Alma e da Mente: recomendações da razão madura:

Tire as fantasias que teve que vestir ao longo da vida para sobreviver, descubra quem Você é, sua verdadeira personalidade, mesmo que esta se revele defeituosa. Tenha certeza que sua essência vai fazer seu coração brilhar, e esse vai iluminar o seu caminho. Valorize quem Você é; só Você pode fazer isso. Pode ser que doa. Pode ser que Você sofra com a descoberta. Porém, tenha uma certeza: conhecer a si próprio é a melhor coisa que pode acontecer na sua vida!

Transforme-se caso Você, adulto, acredite ser necessário. Tenha coragem de revelar a sua essência!

Tem algum transtorno de personalidade? Foda-se! Vá se tratar, ou não. Você quem sabe.

Leitura complementar: https://jaimemachado.org/ligacao-traumatica-com-narcisista/

FiloSurfando em 27 de outubro de 2023 12:59, Juiz de Fora/MG

https://jaimemachado.org/capangas-narcisista-macacos-voadores/

Video recomendado: Sobre vestir uma fantasia imposta: https://youtu.be/APPjME7hOnM?si=P8zS5oARJeK3QXTj

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Uma peça do quebra-cabeça mental

https://youtu.be/J1eOnsvtJeU
A peça que faltava: vontade
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Oração para os anciosos

28 “Por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem.
29 Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles.
30 Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé?
31 Portanto, não se preocupem, dizendo: ‘Que vamos comer? ’ ou ‘que vamos beber? ’ ou ‘que vamos vestir? ’
32 Pois os pagãos é que correm atrás dessas coisas; mas o Pai celestial sabe que vocês precisam delas.
33 Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas.
34 Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal”.
Mateus 6:28-34

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Oração de domingo, 03 de abril de 2022

“Que a semana nos traga esperança e, com ela, a alegria; que as tribulações do dia a dia fortaleçam a nossa paciência.”

Persista nas orações. Tenha fé. A semana será boa para todos.

FiloSurfando em 03/04/2002, inspirado em Romanos, 12-9,21

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Teoria científica da psicose de formação de massa.

É bom conhecer: A guerra não é mais política, e sim psicológica.

A psicologia por trás da histeria de Covid e da psicose de formação de massa

por Dr. Joseph Mercola

Uma condição psicológica da sociedade conhecida como “psicose de formação em massa” é uma condição para o totalitarismo. Sob a psicose de formação em massa, uma população entra em um transe do tipo hipnótico que os torna dispostos a sacrificar qualquer coisa, incluindo suas vidas e sua liberdade. Isso é o que está acontecendo agora. Existem quatro condições principais que devem estar presentes para que ocorra a psicose de formação em massa: (1) falta de vínculo social, (2) vivência da vida sem significado e sem sentido, (3) ansiedade / descontentamento flutuante generalizado e (4) frustração / agressão flutuante. Uma vez que essas quatro condições são generalizadas, a formação em massa pode ocorrer, o que permite que o totalitarismo cresça e prospere.

Uma estratégia chave para quebrar a formação de massa e prevenir o totalitarismo é falar contra ela. Também precisamos dar aos hipnotizados um medo maior para substituir o medo do vírus, ou seja, o medo do totalitarismo e da perda de suas vidas e de seus filhos, meios de subsistência e liberdades que o acompanham.

Os dissidentes precisam se unir, dando assim aos defensores que ainda não estão totalmente hipnotizados uma alternativa a seguir com os totalitários.

https://youtu.be/INHpQL9fgto (Ctrl+botão esq do mouse)

No vídeo acima, o Dr. Robert Malone, inventor da tecnologia de plataforma central de vacina de mRNA e DNA analisa um professor de teoria Mattias Desmet, psicólogo e estatístico belga, que acredita que explica o comportamento absurdo e irracional que estamos vendo agora em todo o mundo a respeito da pandemia COVID e suas contra-medidas.

Ele chama esse fenômeno de “psicose de formação de massa”, um tipo de hipnose de multidão que resulta na conversão literal de um grande segmento da população em psicose. A psicose de formação de massa é a explicação de como os alemães aceitaram as atrocidades do partido nazista na década de 1930 e é a explicação de porque tantos ao redor do mundo apoiam o apartheid médico e a destruição dos não vacinados agora.

É tão irracional e desumano que muitos se perguntam como chegamos aqui. Acontece que a psicologia do totalitarismo foi estudada por décadas, e a coisa toda pode ser explicada como um fenômeno psiquiátrico que surge quando certas condições existem em uma sociedade.

As Quatro Condições Básicas para ‘Formação de Massa’

https://youtu.be/fi0EvsYnqHE

As quatro condições centrais que precisam existir para que a psicose de formação em massa crie raízes são:

1. Falta de vínculo social – O isolamento social era um problema generalizado muito antes da pandemia. Em uma pesquisa, 25% dos entrevistados disseram não ter um único amigo próximo. Os bloqueios do COVID também contribuíram e agravaram o isolamento já existente. Todos nós fomos informados de que qualquer contato com outras pessoas, incluindo membros de nossa própria família, poderia ser uma sentença de morte.

2. Vendo a vida como sem sentido, sem significado e sem sentido, e/ou sendo confrontado com circunstâncias persistentes que não fazem sentido racional – Desmet cita pesquisas que mostram que metade de todos os adultos sentem que seus empregos são completamente sem sentido, não fornecendo valor para eles próprios ou aos outros.

Em outra pesquisa, feita em 2012, 63% dos entrevistados disseram que eram “sonâmbulos” durante seus dias de trabalho, sem colocar paixão em seu trabalho. Portanto, a condição nº 2 para a hipnose de formação em massa também foi cumprida, mesmo antes de a pandemia chegar.

Os eventos que ocorreram no final de 2019 e no início de 2020, como as muitas questões em torno da eleição presidencial e os bloqueios iniciais da COVID, aumentaram a confusão e a incerteza generalizadas, resultando na próxima condição: ansiedade flutuante.

3. Ansiedade e descontentamento flutuantes generalizados – A ansiedade flutuante se refere à ansiedade que não tem uma causa aparente ou distinta. A julgar pela popularidade dos antidepressivos e outras drogas psiquiátricas, a condição nº 3 também foi satisfeita muito antes da pandemia, mas o combustível adicional foi acumulado pouco antes da pandemia.

Muitos sentiram, e ainda sentem, que “as coisas simplesmente não estão certas”. Em 2020, tornou-se cada vez mais evidente para muitos que a maioria, senão todos os sistemas dos quais dependemos estão quebrados, e provavelmente quebrados além do reparo, incluindo nosso sistema médico, nosso sistema de votação e nosso sistema judicial.

4. Frustração e agressão generalizadas e flutuantes – isso tende a seguir naturalmente as três anteriores. Aqui, novamente, a frustração e a agressão não têm causa discernível.

Como a formação de massa permite que o totalitarismo avance.

Quando as quatro condições citadas acima são satisfeitas por uma porção suficientemente grande da sociedade, elas estão maduras para a colheita e se convertem em psicose, estando totalmente fora de contato com a realidade, o que por sua vez leva ao surgimento do totalitarismo. Conforme explicado por Malone, quando a pandemia estourou, as pessoas em todo o mundo ficaram obcecadas por uma coisa: o vírus.

Pessoas em todos os lugares pensaram, leram e falaram sobre o vírus quase que exclusivamente para todo o resto. Esse foco singular, essa obsessão, tendo as condições básicas para a formação de massa já firmemente estabelecidas, permitiu que grande parte da população entrasse em um estado hipnótico.

Nesse estado hipnótico (é muito semelhante ao hipnotismo convencional, mas com pequenas diferenças), as pessoas perdem a capacidade de ter pensamento e julgamento racionais.

Conforme observado por Malone, há evidências que sugerem que pelo menos partes dessa operação psicológica foram feitas intencionalmente, por “alguma entidade que tem benefício financeiro ou poder de ganhar com isso, o que chega ao ponto do totalitarismo global”. Agora, uma vez que uma grande parte de uma sociedade está hiperfocada e fundida em seu descontentamento e ansiedade conjuntos, tudo o que um líder ou líderes precisam fazer para convencer muitos de que o controle totalitário e a perda de sua liberdade é o melhor para eles:

a) Apresentar uma história em que a causa da ansiedade seja identificada e, em seguida,

b) Oferecer uma estratégia para neutralizar essa causa

O vínculo social é a chave

Ao aceitar e participar de qualquer estratégia, as pessoas com ansiedade flutuante sentem-se equipadas com os meios para controlar sua ansiedade e evitar o pânico. Eles também sentem um forte vínculo com os outros, porque todos identificaram o mesmo inimigo. Conforme explicado por Desmet na entrevista Peak Prosperity abaixo:

Como muitas pessoas participam da mesma estratégia para lidar com o objeto de ansiedade, um novo tipo de vínculo social emerge, um novo tipo de solidariedade. Então, as pessoas se sentem conectadas novamente de uma nova maneira. E isso é realmente o mais importante.

Se você olhar para a crise do corona e ouvir a narrativa dominante, verá que tudo se trata de solidariedade. Você tem que participar, tem que aceitar a vacina. Tem que respeitar o distanciamento social, porque senão falta cidadania, não tem solidariedade. Essa é a coisa mais importante, sempre, na formação de massa.

Essa é a verdadeira razão pela qual as pessoas acreditam na história, mesmo que seja totalmente absurdo. Não é porque eles acreditam na narrativa. É porque a narrativa leva a um novo vínculo social. Esse é o verdadeiro motivo.

Há outra vantagem. Toda a frustração e agressão podem ser direcionadas a um objeto. E esse objeto são as pessoas que, por uma razão ou outra, não querem participar da formação em massa.

Então, você tem esta situação muito estranha em que as pessoas partem de um estado mental muito negativo e divisivo; falta de vínculo social, falta de construção de significado, ansiedade flutuante livre e muita frustração e agressão.

Eles passam deste estado mental altamente aversivo para um estado sintomático positivo, onde se sentem conectados. A vida deles faz sentido novamente por meio dessa luta heróica com o objeto de ansiedade. É por isso que as pessoas continuam a acreditar na narrativa, mesmo que seja totalmente absurda.

A psicose de formação de massa é uma condição autodestrutiva

O mais louco é que a história pode ser uma mentira óbvia, mas aqueles sob esse feitiço hipnótico vão acreditar. O remédio pode ser totalmente absurdo, mas eles obedecerão. É assim que o totalitarismo pode crescer.

Claro, sempre deve haver um inimigo comum que deve ser obliterado – a “causa” do medo e ansiedade das pessoas – e sob o regime totalitário, esse inimigo é qualquer um que não esteja fascinado (como por exemplo o presidente Bolsonaro). Os dissidentes são o inimigo. Em 2021, os desmascarados e não vacinados são os inimigos.

A psicose de formação de massa é uma condição muito perigosa, tanto para aqueles sob seu feitiço quanto para aqueles que não estão, porque a ‘intoxicação mental’ resultante torna as pessoas dispostas a fazer coisas que são claramente erradas e totalmente imorais, incluindo matar voluntariamente suas próprias famílias e eles próprios, se for dito que é para um bem maior.

Se todos pudessem receber o jab experimental, o COVID desapareceria e todos poderiam voltar a se sentir seguros. Essa é a narrativa. Não faz sentido, é irracional, desumano e não científico, mas aqueles que estão em psicose na formação em massa acreditam que é simples assim, e é por isso que alguns são capazes de desejar a morte para os desmascarados e / ou não vacinados.

Portanto, conforme observado por Malone, “se parece que o resto do mundo enlouqueceu, a verdade é que eles enlouqueceram”. Um problema muito maior do que qualquer vírus agora é a própria formação em massa.

É uma condição muito perigosa, tanto para aqueles sob seu feitiço quanto para aqueles que não o estão, porque a “intoxicação mental” resultante torna as pessoas dispostas a fazer coisas que são claramente erradas e totalmente imorais, incluindo até matar voluntariamente suas próprias famílias e a si mesmos, se for dito que é para um bem maior. Em suma, muitas pessoas se tornam profundamente crédulas e autodestrutivas, o que é uma combinação assustadora.

Conforme observado por Desmet, em uma ditadura, as pessoas obedecem porque temem o ditador. Em um regime totalitário, no entanto, a psicose de formação em massa está em ação, e isso dá ao regime um poder extremo sobre o indivíduo, pois as pessoas, quando neste transe hipnótico, voluntariamente destroem suas próprias famílias, suas vidas e a si mesmas, junto com o declarado inimigo.

O totalitarismo é inevitável?

Malone diz que em suas conversas com Desmet, Desmet disse acreditar que a psicose de formação de massa está tão disseminada neste ponto que o totalitarismo global pode ser inevitável. Ele acredita que isso vai dominar, como já vimos em vários países. Então, o que podemos fazer? Um resumo das sugestões são as seguintes:

• Continue fornecendo informações verdadeiras e precisas para combater a falsa narrativa. (Conheceis a verdade e a verdade vos libertará – João: 8, 31-38). Alguns que ainda não foram totalmente hipnotizados podem ser encaminhados de volta à sanidade. Falar abertamente também pode ajudar a limitar as atrocidades que o regime totalitário tem coragem de implementar, porque no totalitarismo, as atrocidades e os crimes contra a humanidade aumentam à medida que diminui a dissidência.

• Substitua o medo das narrativas do vírus por narrativas que destacam um medo ainda maior – o medo do totalitarismo. (isto o presidente Bolsonaro está promovendo:  o medo dos comunistas). “O totalitarismo é um bicho-papão maior que o vírus”, diz Malone. “Perder o controle para Bill Gates, o Fórum Econômico Mundial, BlackRock e Vanguard é uma ameaça maior do que o SARS-CoV-2 para você e seus filhos, de longe.”

Desmet testou essa teoria e descobriu que você PODE quebrar o foco hipnótico em COVID se for capaz de voltar a focar sua atenção em algo que é ainda mais preocupante para eles. (a imprensa dissidente e blogueiros anti-globalismos fazem sua parte chamando atenção para o perigo da postura comunista).

• Junte-se a outros dissidentes em grupos maiores. Isso dá à grande maioria que não está totalmente hipnotizada, mas com muito medo de ir contra a corrente, uma alternativa a seguir os totalitários. (os profissionais de imprensa tentam, mas ainda há resistências)

• Construa estruturas paralelas dentro de suas comunidades locais. (a INTERNET está sendo palco dessa tentativa, mas os comunistas impedem os avanços dos menos inteligentes. A VAIDADE ainda sobrepõem). Pense globalmente, aja localmente. Comece a desenvolver estruturas paralelas para curar as quatro condições subjacentes que permitiram que a formação de massa ocorresse em primeiro lugar.

Uma estrutura paralela é qualquer tipo de negócio, organização, tecnologia, movimento ou busca criativa que se encaixa em uma sociedade totalitária, embora esteja moralmente fora dela. Uma vez que estruturas paralelas suficientes são criadas, nasce uma cultura paralela que funciona como um santuário de sanidade dentro do mundo totalitário.

Para ouvir o próprio Desmet, ouça sua entrevista de uma hora com o Dr. Chris Martenson.

https://youtu.be/CRo-ieBEw-8 (Ctrl + botão esq do mouse)

 Conforme observado por Desmet, uma vez que a autodestrutividade é incorporada ao sistema totalitário desde o início, os regimes totalitários não podem ser sustentados para sempre. Eles se desfazem enquanto são destruídos por dentro. Essa é a boa notícia.

A má notícia é que pode ser um inferno enquanto durar, já que o totalitarismo baseado na formação de massa quase sempre leva a atrocidades hediondas sendo cometidas em nome de fazer o bem. Geralmente, há poucos sobreviventes no final.

Dito isso, Desmet acredita que este novo totalitarismo global é mais instável do que os sistemas totalitários regidos por ditadores regionais, então ele pode se autodestruir mais rápido. Ele acabou de escrever um livro, “The Psychology of Totalitarism”, que deve ser publicado em janeiro de 2022.

“The Truth About COVID-19” expõe a agenda oculta por trás da pandemia, mostrando que as contra-medidas não têm nada a ver com saúde pública e tudo a ver com o lançamento de um novo sistema social e econômico baseado no controle totalitário liderado pela tecnocracia. Então, não é desinformação que eles temem. É a verdade que eles querem impedir de se espalhar.

Artigo original: https://noqreport.com/2021/12/18/understanding-the-psychology-behind-covid-hysteria-and-mass-formation-psychosis/ (Ctrl + botão esq. do mouse, ou copie o link e cole na barra de enderço do navegador)

Fonte inspiradora: um post do jornalista Allan dos Santos: https://www.allandossantos.com/post/psicologia-por-tras-da-histeria-de-covid-e-da-psicose-de-formacao-de-massa

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