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“Esteja certo de estar no time que o desafia...”.
É fácil para as coisas saírem fora dos trilhos.
É fácil saber o que fazer e, mesmo assim, não fazê-lo.
Isto até parece ser como a vida é...
Todos nós temos épocas em que não usamos o que sabemos.
Mas, se nos rodearmos de pessoas que se movitam para frente,
que são positivas,
que estão concentradas na obtenção de resultados,
que nos apoiem,
Isto nos desafiará a sermos mais, a fazermos mais...
Se Você puder se cercar de pessoas,
que nunca deixam Voçê se acomodar com menos do que Voçê pode ter e, ser,
Você tem o maior presente que qualquer um pode esperar.Colaboradores
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A 1a vez a gente nunca esquece: visita ao Leme/RJ 🇧🇷
Publicado em Viagens
Com a tag Brasil, Forte Duque de Caxias, Leme, Marius degustare, Morro da Vigia, Rio de Janeiro
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Lições de uma (frau)demia 2020/2021, captadas por um Analfabeto Funcional, cidadão brasileiro (se é que existe um) com DISLEXIA
1 – A Nova Zelândia é praticamente uma ilha;
2 – Presidente não precisa cumprir a lei, mesmo que ele a tenha sancionado (Lei n° 13.979/20);
3 – O Supremo Tribunal Federal é guardião dos seus interesses e privilégios;
4 – A Constituição de 1988 é uma falácia;
5 – Para político, doença é o que interessa; saúde não tem pressa.
6 – Ciência é para leigos. Cientista: alguém viu um por ai?
7 – Vaidade, não é pecado, e sim a maior das virtudes;
8 – Honra: alguém sabe onde foi parar?
9 – Sem vacina o Sistema Imunológico perde sua função;
10 – Pandemia é que nem partida de futebol: uns torcem a favor, outros torcem contra. O importante no combate à doença é fazer gol, mesmo que isso custe sacrificar vidas;
11 – Um dos papeis da imprensa moderna é desinformar. Informação x Desinformação, que vença o mais competente;
12 – Presidenta faz parte do vocabulário da língua portuguesa;
13 – Profilaxia gera prejuízo aos cofres públicos;
14 – Remédio barato não presta, exceto para pobre;
15 – Toque de recolher pode ser decretado por qualquer governante, de qualquer nível federativo ou mesmo municipal, sem aval do Congresso;
16 – Blogueiro e jornalista comentarista politico são fofoqueiros. Gutemberg deve estar muito puto com o que fizeram da sua invenção.
Mais alguma lição? Por favor informe aqui. Vamos pelo menos conscientizarmos do que é ser um Cidadão Brasileiro (seus direitos – não só seus deveres), o que é exercer a Cidadania.
Lição bônus: 10% a 15% da população brasileira, e o mesmo índice pode ser aplicado para a população mundial, apresentam quadro de DISLEXIA. Isso significa que algo em torno de 20.000.000 de brasileiros são disléxicos! O que não é nenhuma catástrofe. Veja a lista de disléxicos conhecidos:
- Leonardo da Vinci (1452-1519);
- Vincent Van Gogh (1853-1890);
- Albert Einstein (1879-1955);
- Jamie Oliver:
- Pablo Picasso (1881-1973);
- Whoopi Goldberg;
- Steven Spielberg;
- Agatha Christie (1890-1976).
A tragédia se instala quando em um país subdesenvolvido, como é o caso do Brasil, essa característica mental não é conhecida e muitas vezes torna-se motivo de desvio de conduta por parte dos pais, dos educadores, da sociedade em geral, ou do próprio individuo disléxico como mecanismo de compensação para superar a baixa autoestima e o analfabetismo funcional. O disléxico não diagnosticado, que desenvolveu mecanismos compensatórios autopreservadores maliciosos, e mais, atingiu algum grau de poder na sociedade, tem potencial para prejudicar bastante o meio social onde tem influencia. Já imaginaram se esse indivíduo acumular as características de um PSICOPATA? Tamu lascados!
O que significa: – DIREITO DE IR E VIR? – DIREITO A LIVRE MANIFESTAÇÃO? – IDEOLOGIA É CIÊNCIA?
Saiba mais sobre o que é DISLEXIA, assista aos vídeos abaixo:
Dicas que podem ser úteis 👇
Para concluir, leia o resumo do Relatório “Revisão pós-ação da pandemia de COVID-19: as lições aprendidas e um caminho a seguir”, publicado em 2 de dezembro de 2024, pelo Subcomitê sobre a pandemia do Corona vírus, da casa dos representantes dos Estados Unidos, o Congresso Americano:
Quem não conhece sua história está condenado a repeti-la.
Esse é o Museu da Loucura, localizado em Barbacena/MG.
Encontra-se fechado para visitação por ser um potencial local de transmissão de virose fatal.
As experiências, em nome da ciência, ali realizadas por anos, foram suspensas por serem consideradas des-humanas e ineficazes. Inaugurado em 1903, o Hospicio foi fechado em 1980.
Os “cientistas” foram então transferidos para outras instituições. Assim sendo, as “experiências” para salvar vidas continuam. Desta vez, do lado de fora do “hospício.

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Viva enquanto estiver vivo.
1) Desperte o tubarão que há dentro de Vc sempre que necessário;
2) Ative a criança que há dentro de Vc sempre que estiver entre amigos, aqueles verdadeiros amigos. Reconhece-os?
3) Não seja teimoso com as mulheres;
4) Não compartilhe sua vida intima com quem não conhece. Seria loucura uma coisa dessas;
5) Ame. Não seja medroso. Claro, tenha bom senso;
6) Mude, transforme-se, evolua sempre. Seja sua melhor versão sempre;
7) Não desperdice seu dinheiro. Com nada, nem ninguém;
8) Respire profundamente. Várias vezes ao longo do dia. Oxigênio promove a vida;
9) Não perca o contato com a água. Água sustenta a vida. Nade, beba, aproxime-se, interaja com ela, nem que seja lavando prato ou limpando o banheiro. Brinque com a água. Ela é sua melhor companhia;
10) Reconheça que perder faz parte do jogo. Não deixe de jogar. O que importa é viver, não esmorecer.
Bônus: Não faça um “Plano de Doença“. Faça um “Plano de Saúde”.

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O tesouro perdido
Você é uma pessoa que busca a verdade sobre o que é AMOR? Então, assiste esse vídeo até o fim. Ele contém a mais bela Declaração de Amor por uma pessoa que já ouvi.
Acabe de uma vez por todas com essa confusão entre SEXO & AMOR. Como é bom ser amado, sentir-se amado de verdade! Como é bom amar!
Investe neste conceito e verá que quando compreender e for conectado a esta energia sentirá sua força. 1 + 1 = 2, simples assim.
Cena do filme Encontro Marcado (click para ver o trailer), onde o anjo da Morte, o misterioso Joe Black (Brad Pitt), resolve ceder aos encantos de Susan Parrish (Claire Folani). Curioso, Joe se dobra a energia amorosa da moça e resolve experimentar uma relação carnal. É…mas com o amor não se brinca! Nem os Anjos. Desfecho surpreendente do filme. Músicas: Paula Fernandes – Meu Eu em Você; Andrea Bocelli / Katharine McPhee – Somos novios
Do Amor
(de Gibran Khalil Gibran)
Quando o amor vos chamar, segui-o.
Embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe,
embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos;
E quando ele vos falar, acreditai nele,
embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos
como o vento devasta o jardim.
Pois, da mesma forma que o amor vos coroa,
assim ele vos crucifica.
E da mesma forma que contribui para vosso crescimento,
trabalha para vossa poda.
E da mesma forma que alcança vossa altura e
acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol,
assim também desce até vossas raízes e
as sacode no seu apego à terra.
Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração.
Ele vos debulha para expor a vossa nudez.
Ele vos peneira para libertar-vos das palhas.
Ele vos mói até a extrema brancura.
Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis.
Então, ele vos leva ao fogo sagrado e
vos transforma no pão místico do banquete divino.
Todas essas coisas,
o amor operará em vós
para que conheçais os segredos de vossos corações e,
com esse conhecimento,
vos convertais no pão místico do banquete divino.
Todavia,
se no vosso temor,
procurardes somente a paz do amor e
o gozo do amor,
então seria melhor para vós que cobrísseis vossa nudez e
abandonásseis a eira do amor,
para entrar num mundo sem estações,
onde rireis,
mas não todos os vossos risos,
e chorareis,
mas não todas as vossas lágrimas.
O amor nada dá senão de si próprio e
nada recebe senão de si próprio.
O amor não possui,
nem se deixa possuir.
Pois o amor basta-se a si mesmo.
Quando um de vós ama, que não diga:
“Deus está no meu coração”,
mas que diga antes:
“Eu estou no coração de Deus”.
E não imagineis que possais dirigir o curso do amor,
pois o amor,
se vos achar dignos,
determinará ele próprio o vosso curso.
O amor não tem outro desejo senão
o de atingir a sua plenitude.
Se,
contudo,
amardes e precisardes ter desejos,
sejam estes os vossos desejos:
De vos diluirdes no amor e
serdes como um riacho que canta sua melodia para a noite;
De conhecerdes a dor de sentir ternura demasiada;
De ficardes feridos por vossa própria compreensão do amor e
de sangrardes de boa vontade e com alegria;
De acordardes na aurora com o coração alado e
agradecerdes por um novo dia de amor;
De descansardes ao meio-dia e
meditardes sobre o êxtase do amor;
De voltardes para casa à noite com gratidão;
E de adormecerdes com uma prece no coração para “a bem-amada”,
e nos lábios
uma canção
de bem-aventurança.”
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Nossa linda juventude

Nossa história é escrita em capítulos, assim como nos livros de aventura. Rever alguns capítulos desperta boas lembranças, bons sentimentos, enfim, uma saudade gostosa.
A primeira aventura solo na Serra do Cipó de moto em direção à Porto Seguro na Bahia. Vencendo o medo de viajar sozinho.
A conquista do Morro do Cruzeiro no Santuário do Caraça, meu lugar sagrado, resultou na foto dos meus sonhos.
Um aniversário comemorado na Quitandinha, em Petrópolis, foi a realização de um sonho de criança e dos tempos de “War game”, outro no Restaurante Ostradamus, em Floripa, pura demonstração de carinho para com o cliente por parte do empresário e seu staff, muitas emoções!
A evolução dos automóveis, instrumentos imprescindíveis para realização dos sonhos e das viagens. “O que importa não é o destino, mas o caminho.”
Esse é um resumo do meu caminho. Outros estão em construção.

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Com a tag Alto Caparaó, Caraça, Floripa, Museu das Reduções, Ostradamus, Petrópolis, PNAS, Quitandinha, Serra do Cipó
2 Comentários
Para meus amigos e amigas: “grandes realizações levam tempo para serem conquistadas”
Caros e prezados amigos, caras e prezadas amigas, hoje assisti uma entrevista do Amyr Klink que muito me afetou. Fiquei inspirado em escrever este post com a intenção de compartilhar essa pérola com vocês e, também, para deixar registrado nos meus alfarrábios de FiloSurfista.
“Numa viagem o que importa não é o destino, e sim o caminho. Na vida o destino é a morte, e esta não importa; o que importa é o que você faz na vida. Esse é o caminho!

Ansiedade e a Autoconsciência
A busca pelas causas da ANSIEDADE continua.
Os estudos para a busca dos fatores desencadeantes da ANSIEDADE e seu controle continua a todo vapor.
Uma coisa é certa: estresse excessivo leva a ANSIEDADE e esta gera mais ESTRESSE, o que proporciona o ambiente perfeito para o transtorno da ansiedade no indivíduo, uma vez que, se não controlado, gera um circulo vicioso infinito com consequências devastadoras na saúde e no convívio social. É a ANSIEDADE CRÔNICA.
Hoje deparei com esse post no WORPRESS que achei muito esclarecedor sobre certos aspectos, mais especificamente no que tange à AUTOCONSCIÊNCIA. Recomendo a sua leitura aos ANSIOSOS que buscam o AUTOCONHECIMENTO, não só com ajuda por meio de profissionais, mas também para os estudiosos e aficionados à pesquisa em particular.
Clique no link a seguir e aproveitem a leitura: Autoconsciência: o bem e o mal de nos reconhecermos como seres conscientes
Boa leitura!
NOTA deste blogueiro: Essa é uma forma de desenvolver minha AUTOCONSCIÊNCIA PÚBLICA.
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Mensagem ao amigo preconceituoso. julho de 2020.
– Bom dia!
– O conteúdo dos livros do Olavo de Carvalho é diferente dos livros ditos de auto ajuda. Ler seus livros, assim como, ouvir suas palestras e entrevistas, é um estímulo à busca da verdade. Ele estimula o leitor/ouvinte a refletir sobre assuntos não veiculados, censurados, na midia comercial doutrinária. Ele não diz o que Você quer ouvir. Ele informa o que Você precisa ouvir para ativar seu cérebro, e ativar sua inteligência.
– Olavo de Carvalho escolheu ser protagonista e nós escolhemos ser figurantes. Mas, ainda, dá tempo de sermos promovidos a coadjuvantes! Basta nos EDUCARMOS. Eu prefiro me educar para frequentar a ala do bem, nem que seja como o Tonto, aquele índio, lembra?!?.
FiloSurfando
Juiz de Fora, 23 de julho de 2020.
“Quando você não sabe o que quer fazer, faça o que é do seu dever.” Isso simplifica muito as coisas.” (Olavo de Carvalho)
TED ex – Ansiedade, a semente.
Conhecer a si mesmo é fundamental, disso ninguém tem a menor dúvida: é uma verdade, não importa se Você é de direita ou esquerda, de extrema direita ou extrema esquerda, de centro, ou adepto a alguma ideologia exótica. O auto conhecimento é a base dessa necessidade, que muitas vezes só pode ser atingido com a reclusão, ou seja, o afastamento das influências externas com suas mazelas sociais estigmatizadoras da alma e do espirito. Isso não quer dizer que devemos nos isolar no meio do mato, ir morar numa caverna, ou mesmo, afastarmos do convívio social. É preciso apenas nos conscientizarmos do potencial influenciador do meio ambiente no qual estamos inseridos, em qual eco sistema estamos vivendo e, assim, blindar nossa mente dos agentes poluidores.
As arvores, pelo que sabemos, não tomam consciência das suas raízes, obvio. Muito menos os animais irracionais de vida primitiva têm esse recurso, se considerarmos a evolução das espécies. Por sua vez, o homo sapiens, como é sabido, precisa muitas vezes recorrer às suas raízes para desatar alguns nós na sua existência que empacam sua evolução intelectual, prejudicam a sua convivência com os demais da sua espécie, ou mesmo deformam seu sistema cognitivo. A habilidade para tal façanha se tornou possível graças à existência de uma massa cinzenta cerebral a qual lhe possibilitou o tal de livre arbítrio que gerou o desenvolvimento de sua intelectualidade por meio de uma intrigante teia de neurônios com sua potencial usina de força: a inteligencia, órgão virtual da consciência. Esta rede nada mais é do que as raízes que farão o individuo florescer ou não. Vai depender do terreno (ambiente) onde vive o individuo e, também, dos insumos que irão adubar seu desenvolvimento (educação). A educação pode ser passiva, como nos casos das crianças, ou ativas, que é o método educacional ideal a partir da juventude até o juízo final ou pode ser confundida, ainda, com doutrinação. O sentido desses dois conceitos, educação e doutrinação, é importante, para isso cada um deve pesquisar o significado destes e com isso ter um completo entendimento de onde quero chegar, assim como, compreender melhor o conteúdo da palestra abaixo, ou seja, ver sentido no que a Dra. Anne Marie Albano proferiu. O método educacional ativo não é uma utopia nos tempo de hoje, graças a INTERNET, baú do conhecimento intelectual e científico planetário, pelo menos até essa data.
Então, foi cuidando da minha educação que cheguei na palestra abaixo, enquanto procurava na INTERNET conhecer a origem da ansiedade no adulto, ou seja: sua raízes; ao invés de fugir desse sentimento, mascara-lo ou controla-lo via medicamentos. Recomendo, fortemente, aos que querem aprimorar sua existência e que se sentem incomodados com essa tal de ANSIEDADE. Bom proveito! Ah! nada de ansiedade para chegar ao final, nem julgamentos precipitados. Reflitam e elaborem um senso critico pessoal SEU.
Crescer significa enfrentar novos desafios – mas, para algumas crianças, situações incertas levam à ansiedade que os pais geralmente buscam acalmar. A psicóloga Anne Marie Albano explica como a pressa constante para corrigir os problemas de uma criança pode perpetuar um ciclo vitalício de dependência e ressentimento – e compartilha por que uma dose saudável de risco ajuda as crianças a cultivar uma confiança duradoura.
Este vídeo foi produzido por TEDMED. Os editores do TED o destacaram entre nossas seleções diárias na página inicial.
Sobre Anne Marie Albano: especialista em conscientização da ansiedade. Pioneira em psicologia clínica de crianças e adolescentes.
Tradução para o Português/Brasil: (Google)
“Quando criança, eu tinha muitos medos. Eu tinha medo de raios, insetos, barulhos altos e personagens fantasiados. Eu também tive duas fobias muito graves de médicos e injeções. Durante minhas lutas para escapar do médico da família, eu me tornava tão fisicamente combativa que ele realmente me deu um tapa na cara para me surpreender. Eu tinha seis anos Eu estava lutando ou fugindo naquela época, e para tomar uma vacina simples, eram precisos três ou quatro adultos, incluindo meus pais.
Mais tarde, nossa família mudou-se de Nova York para a Flórida, quando eu estava no colegial, e sendo a nova criança na escola paroquial, sem conhecer ninguém e preocupada em se encaixar, no primeiro dia de aula, um professor faz o teste e grita “Anne Marie Albano“, à qual respondo [com sotaque de Staten Island] “Aqui!” Ela ri e diz: “Oh, precioso, levante-se. Diga CÃO”. E eu respondo: [Com sotaque de Staten Island] “Cachorro?” A classe riu junto com a professora. E assim foi, porque ela tinha muito mais palavras para me humilhar.
Fui para casa chorando, perturbada e implorando para ser mandada de volta a Nova York ou à algum convento. Eu não queria voltar para a escola novamente. De jeito nenhum!
Meus pais ouviram e me disseram que iriam investigar com o monsenhor em Nova York, mas que eu precisava continuar todos os dias para ter o registro de presença para transferir para a nona série em Staten Island. Tudo isso foi antes do e-mail e dos celulares, então, durante as próximas semanas, supostamente, haviam cartas sendo enviadas entre a Arquidiocese de Manhattan e Miami e com o Vaticano, e todos os dias eu entrava na escola chorando e voltava para casa chorando, para onde minha mãe me atualizaria de algum cardeal ou bispo de “Mantenha-a indo à escola enquanto a encontrarmos.”
– Eu era ingênua ou o quê?
Bem, depois de algumas semanas, um dia, enquanto esperava o ônibus da escola, conheci uma garota chamada Debbie e ela me apresentou a suas amigas. Elas se tornaram minhas amigas e, bem, o papo estava fora do gancho.
– Comecei a me acalmar e me instalar.
Minhas últimas três décadas estudando a ansiedade em crianças decorrem, em parte, da minha própria busca pela auto-compreensão. E eu aprendi muito. Para os jovens, a ansiedade é a condição psiquiátrica infantil mais comum. Esses distúrbios começam cedo, aos quatro anos de idade e, na adolescência, um em cada 12 jovens sofre gravemente e é prejudicada em sua capacidade de funcionar em casa, na escola e com colegas. Essas crianças estão tão assustadas, preocupadas e fisicamente desconfortáveis devido à sua ansiedade. É difícil para elas prestar atenção na escola, relaxar e se divertir, fazer amigos e fazer tudo o que as crianças deveriam fazer. A ansiedade pode criar miséria para a criança, e os pais estão na frente e no centro de testemunhar o sofrimento de seus filhos.
Como conheci mais e mais crianças ansiosas através do meu trabalho, tive que voltar para mamãe e papai e fazer algumas perguntas: (1) ” – Por que vocês me seguraram quando eu estava com tanto medo de receber injeções e as forçou a mim? (2) – E por que me disseram essas histórias falsas para me fazer ir à escola, quando eu estava tão preocupada em ficar envergonhada de novo?” Eles responderam: ” – Nossos corações se partiram para Você a cada vez, mas sabíamos que isso era algo que você precisava fazer. Tínhamos o risco de ficarmos chateados enquanto esperávamos que Você se acostumasse à situação com o tempo e com mais experiência. Você tinha que ser vacinada. Você tinha que ir para a escola.”
Meus pais não sabiam, mas estavam fazendo mais do que me proteger do sarampo. Eles, também, estavam me inoculando de uma vida inteira de transtornos de ansiedade. A ansiedade excessiva em uma criança pequena é como uma superbactéria – é infecciosa, e até multiplicadora, de tal forma que muitos dos jovens que vejo vêm com mais de uma condição de ansiedade ocorrendo ao mesmo tempo. Por exemplo, eles terão fobia específica, ansiedade de separação e ansiedade social todos juntos. Se não for tratada, a ansiedade na primeira infância pode levar à depressão na adolescência. Também pode contribuir para o abuso de substâncias e a suicídio.
Meus pais não eram terapeutas. Eles não conheciam psicólogos. Tudo o que eles sabiam é que essas situações podem ter sido desconfortáveis para mim, mas não eram prejudiciais. Minha ansiedade excessiva me prejudicaria mais a longo prazo se me deixassem evitar e escapar dessas situações e não aprender a tolerar angústias ocasionais. Então, em essência, mamãe e papai estavam fazendo sua própria versão caseira da terapia de exposição, que é o componente central e principal do tratamento comportamental cognitivo da ansiedade.
Meus colegas e eu conduzimos o maior estudo randomizado e controlado dos tratamentos de ansiedade em crianças de sete a 17 anos . Descobrimos que a terapia ou medicamento de exposição comportamental cognitiva focada na criança com um inibidor seletivo da recaptação de serotonina são eficazes para 60% dos jovens tratados. E a combinação deles melhora 80% das crianças em três meses. Todas essas são boas notícias. E se eles permanecerem na medicação ou fizerem tratamentos de exposição mensal, como fizemos no período do estudo, eles poderão permanecer bem por mais de um ano. No entanto, após o término deste estudo de tratamento, voltamos e fizemos um estudo de acompanhamento dos participantes, e descobrimos que muitas dessas crianças recaíram com o tempo. E, apesar dos melhores dos tratamentos baseados em evidências, também descobrimos que em cerca de 40% das crianças com ansiedade permaneceram doentes ao longo do tempo.
Nós pensamos muito sobre esses resultados. O que estávamos perdendo? Temos a hipótese de que, por estarmos focados apenas na intervenção focada na criança, talvez haja algo importante em abordar nos pais e envolvê-los no tratamento também.
Estudos no meu próprio laboratório e de colegas de todo o mundo mostraram uma tendência consistente: pais bem-intencionados são frequentemente, inadvertidamente, atraídos para o ciclo de ansiedade. Eles cedem e fazem acomodações demais para seus filhos, e deixam que eles escapem de situações desafiadoras. Quero que você pense assim: seu filho entra em casa chorando, em lágrimas. Eles têm cinco ou seis anos de idade. ” – Ninguém na escola gosta de mim! Essas crianças são más. Ninguém brinca comigo.” Como você se sente vendo seu filho tão chateado? O que você faz? O instinto natural dos pais é confortar essa criança, acalmá-la, protegê-la e resolver a situação. Chamar o professor para intervir ou os outros pais para organizar datas de brincadeiras, pode ser bom aos cinco, dez, quatorze anos de idade. Mas o que você faz se seu filho voltar para casa dia após dia em lágrimas? Você ainda conserta as coisas aos oito anos? Para as crianças, à medida que se desenvolvem, elas invariavelmente enfrentam situações desafiadoras: festa do pijama, relatórios orais, um teste desafiador que aparece, a tentativa de uma equipe esportiva ou um lugar nas brincadeiras da escola, conflitos com colegas … Todas essas situações envolvem riscos: risco de não se sair bem, de não conseguir o que querem, risco de talvez cometer erros ou ficar envergonhado.
Crianças com ansiedade, que não correm riscos, que se envolvem e buscam soluções aos transtornos, não aprendem como gerenciar esse tipo de situação. Como as habilidades(*) se desenvolvem com a exposição ao longo do tempo, à exposição repetida das situações cotidianas que as crianças encontram? (*)habilidades auto-calmantes ou a capacidade de se acalmar quando chateado; habilidades de resolução de problemas, incluindo a capacidade de resolver conflitos com outras pessoas; atraso na gratificação ou capacidade de manter seus esforços, apesar de você ter que esperar um tempo para ver o que acontece. Essas e muitas outras habilidades estão se desenvolvendo em crianças que assumem riscos e se envolvem. E a auto-eficácia, simplesmente, toma forma: é a crença em si mesmo de que você pode superar situações desafiadoras.
Para as crianças com ansiedade que escapam e evitam essas situações e levam outras pessoas a fazê-las por elas, elas se tornam cada vez mais ansiosas com o tempo e menos confiantes em si mesmas. Ao contrário de seus colegas que não sofrem de ansiedade, eles passam a acreditar que são incapazes de administrar essas situações. Eles acham que precisam de alguém, alguém como seus pais, para fazer coisas por eles.
Agora, enquanto o instinto natural dos pais é confortar, proteger e tranquilizar as crianças, em 1930, o psiquiatra Alfred Adler já havia alertado os pais de que podemos amar um filho tanto quanto desejamos, mas não devemos torná-lo dependente. Ele aconselhou os pais a começarem a treinar as crianças desde o início para se manterem em pé. Ele também alertou que, se as crianças tiverem a impressão de que seus pais não têm nada melhor a fazer do que estar à sua disposição, obterão uma falsa idéia de amor.
Para crianças com ansiedade hoje em dia, elas estão sempre ligando para os pais ou mandando mensagens de socorro a qualquer hora do dia e da noite. Portanto, se crianças com ansiedade não aprendem os mecanismos adequados de enfrentamento quando jovens, o que acontece com elas quando crescem?
Dirijo grupos para pais de jovens adultos com transtornos de ansiedade. Esses jovens têm entre 18 e 28 anos de idade. Vivem principalmente em casa, dependentes dos pais. Muitos deles podem ter frequentado a escola e a faculdade. Alguns se formaram. Quase todos não estão funcionando, apenas ficam em casa e não fazem muito. Eles não têm um relacionamento significativo com os outros e são muito, muito dependentes dos pais para fazer todo o tipo de coisas por eles. Seus pais ainda fazem consultas médicas para eles. Eles chamam os velhos amigos das crianças e imploram para que eles venham visitar. Eles lavam a roupa das crianças e cozinham para eles. E eles estão em grande conflito com seu jovem adulto, porque a ansiedade floresceu, mas a juventude não. Esses pais sentem uma enorme culpa, depois ressentimento e depois mais culpa.
OK, que tal boas notícias? Se os pais e as figuras-chave da vida de uma criança podem ajudar a criança, ajudá-la a enfrentar seus medos e aprender a resolver problemas, é mais provável que as crianças desenvolvam seus próprios mecanismos internos de enfrentamento para controlar sua ansiedade. Agora, ensinamos os pais a ficarem atentos no momento e pensarem em sua reação à ansiedade do filho. Perguntamos a eles: “Olhe a situação e pergunte: ‘Qual é a situação em questão? Quão ameaçadora é para meu filho? E o que eu quero que eles aprendam com ele?”
Agora, é claro, queremos que os pais ouçam com muita atenção, porque se uma criança está sendo intimidada seriamente ou prejudicada, queremos que os pais intervenham sim! Mas, em situações típicas cotidianas de produção de ansiedade, os pais podem ser mais úteis para o filho se permanecerem calmos, práticos e acolhedores, se validam os sentimentos da criança, mas depois ajudam a criança, ajudando-a a planejar como a criança vai gerenciar a situação. E então – isso é fundamental – para realmente fazer com que a criança lide com a situação.
É claro que é doloroso ver uma criança sofrer, como meus pais me disseram anos depois. Quando você vê seu filho sofrendo, mas pensa que poderia entrar e salvá-lo da dor, isso é tudo, certo? É isso que queremos fazer. Seja jovem ou velho, a ansiedade excessiva nos leva a superestimar o risco e a angústia, ao mesmo tempo em que subestima a nossa capacidade de lidar. Sabemos que a exposição repetida ao que tememos enfraquece a ansiedade, enquanto cria recursos e resiliência.
Meus pais estavam envolvidos em algo. Os jovens hiper-ansiosos de hoje não estão sendo ajudados por pais excessivamente protetores. Calma e confiança não são apenas emoções. Elas são habilidades de enfrentamento que pais e filhos podem aprender.
Obrigada.
Nota desse blogueiro: A palestra acima é mais uma perola que pode ser encontrada no baú dos tesouros enterrados na caótica Internet do tempos atuais, onde predomina a indústria do entretenimento e a doutrinação política e religiosa, enfim, onde prospera o atacado de analfabetos funcionais. Nossa gratidão à Anne Marie Albano e ao grupo organizador do evento TED Talks.
Publicado em Saúde e bem-estar
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