Um conto de Fadas

Era uma vez…

há muito tempo atrás, duas pessoas muito felizes, chamadas Tim e Maggie, com duas crianças chamadas John e Lucy.

Para entender como eram felizes, você precisa entender como eram as coisas naquele tempo:

– Veja, naquele tempo, todo mundo, quando nascia, ganhava um macio e pequenino Saco de Carinhos. Sempre que uma pessoa punha a mão no saquinho, podia tirar um Carinho Quente. “Carinhos Quentes eram sempre exigidos porque sempre que alguém ganhava um Carinho Quente, este fazia a pessoa se sentir quente e aconchegada, cheia de carinho. As pessoas que não recebiam viviam regularmente em perigo de pegar uma doença nas costas, que as fazia murchar e morrer.”

Naquele tempo, era muito fácil receber Carinhos Quentes. Sempre que alguém tinha vontade, podia chegar para a gente e dizer: ”Eu gostaria de ter um Carinho Quente”. A gente então metia a mão na sacola e tirava um Carinho do tamanho da mão de uma garotinha. Assim que o Carinho via a luz do dia, ele sorria e desabrochava num grande e felpudo Carinho Quente.

A gente então o colocava na cabeça, no ombro ou no colo da pessoa, e ele se desmanchava e se misturava com a pele, e a pessoa se sentia toda bem.

As pessoas vivam pedindo Carinhos Quentes umas das outras, e …

já que eram dados de graça, nunca havia problema em conseguir Carinhos suficientes. Sempre havia de sobra e por causa disso tudo mundo era feliz e se sentia quente e cheio de carinho durante a maior parte do tempo.

Um dia uma BRUXA má ficou brava porque todo mundo era tão feliz e ninguém comprava poções e ungüentos. A BRUXA era muito esperta e inventou um plano muito malvado:

Numa linda manhã a BRUXA chegou perto de Tim enquanto Maggie estava brincando com a filha, e cochichou no ouvido dele:

Olhe, Tim, veja todos os Carinhos que Maggie está dando para Lucy. Você sabe, se ela continuar assim, vai acabar com eles e não sobrará nenhum para você!”.

Tim ficou muito admirado. Virou-se para a BRUXA e disse:

“Você está querendo me dizer que não é sempre que existe um Carinho Quente na sacola?”.

E a BRUXA disse:

Não, de jeito nenhum, e uma vez que eles se acabam, não há mais. Você não ganha mais”.

Dizendo isso, a BRUXA foi embora voando numa vassoura, dando gargalhadas o tempo todo.

Tim levou isso a sério e começou a reparar sempre que Maggie dava um Carinho Quente para outra pessoa. Aos poucos foi ficando muito preocupado, porque gostava dos Carinhos Quentes de Maggie, e não queria desistir deles. Certamente não achava que era certo Maggie ficar gastando todos os seus Carinhos Quentes com as crianças e outra gente. Começou a se queixar toda vez que via Maggie dar um Carinho Quente a outra pessoa, e pelo fato de Maggie gostar muito dele parou de dar Carinhos Quentes para as outras pessoas, reservando-o para Tim.

As crianças viram isso e logo começaram a ter a idéia de que era errado ficar dando Carinhos Quentes toda vez que alguém pedia, ou sentissem vontade de dar.

Elas também ficaram muito cuidadosas.

Prestavam atenção nos pais, e sempre que percebiam que um dos pais estava dando Carinho demais para outros, também começavam a protestar. Elas também estavam ficando preocupadas em não desperdiçar os Carinhos Quentes.

Mesmo que sempre encontrassem um Carinho Quente toda vez que punham a mão na sacola, enfiavam a mão cada vez menos, e foram ficando cada vez mais mesquinhas. Logo as pessoas começaram a perceber a falta de Carinhos Quentes, e começaram a se sentir menos quentes e menos acarinhadas. Começaram a murchar e às vez alguma pessoa morria por falta de Carinhos Quentes. Cada vez mais gente ia à BRUXA para comprar poções e ungüentos, mesmo que estes não parecessem funcionar.

Bem, a situação estava ficando muito séria mesmo. A BRUXA que estava vendo tudo isso não queria realmente que as pessoas morressem (já que pessoas mortas não podiam comprar suas poções e ungüentos), e assim inventou um novo plano:

Todo mundo ganhou um saquinho que era muito parecido com o Saco de Carinhos, com a diferença que esse saco era frio, enquanto o Saco dos Carinhos era quente. Dentro do saquinho da bruxa havia Espinhos Frios.

Estes Espinhos Frios não faziam as pessoas se sentirem quentes e acariciadas, mas em vez disso fazia com que elas se sentissem frias e espetadas. Porém evitava que as costas das pessoas murchassem. Assim, daí por diante, sempre que alguém dizia “ Eu quero um Carinho Quente”, as pessoas, que tinham medo de acabar com seu suprimento, diziam: “ Não posso te dar um Carinho Quente, mas você quer um Espinho Frio?”. Ás vezes, duas pessoas iam uma de encontro a outra, achando que podiam conseguir um Carinho Quente, mas um deles sempre mudava de opinião e acabava dando ao outro Espinhos Frios.

Então, o resultado final foi que, enquanto algumas pessoas estavam morrendo, muitas delas ainda estavam felizes e se sentiam frias e espetadas.

A situação ficou muito complicada porque desde a vinda da BRUXA, havia cada vez menos Carinhos Quentes para se achar; assim,…

os Carinhos Quentes, que antes eram julgados grátis como o ar, ficaram extremamente valiosos.

Isso fez que as pessoas fizessem todo tipo de coisas para consegui-lo. Antes de a BRUXA chegar, as pessoas costumavam se reunir em grupos de três, quatro ou cinco, nunca se preocupando muito com que quem estava dando Carinhos Quentes para quem. Depois que a BRUXA apareceu, as pessoas começaram a se ajuntar em pares, e reservar todos seus Carinhos Quentes exclusivamente para a outra do par. As pessoas que se esqueciam e davam Carinho Quente para outra pessoa, imediatamente se sentiam culpadas, porque sabiam que provavelmente seu parceiro ia se aborrecer com a perda de um Carinho Quente.

Pessoas que não conseguiam encontrar parceiros generosos precisavam comprar seus Carinhos Quentes, e precisavam trabalhar muitas horas para conseguir o dinheiro.

Algumas pessoas, de algum jeito, se tornaram “populares”, e recebiam uma porção de Carinhos Quentes, sem terem que retribuí-los. Estas pessoas então vendiam estes Carinhos Quentes para gente que era “impopular” e que precisava deles para sobreviver.

Outra coisa que aconteceu foi que algumas pessoas pegaram os Espinhos Frios, que eram ilimitados e de graça, os cobriram com uma cobertura branquinha e estufada, e passaram-nos como se fossem Carinhos Quentes.

Esses Carinhos Quentes falsificados eram na verdade Carinhos Plásticos, e causavam dificuldades. Por exemplo, duas pessoas se juntavam e trocavam livremente os seus Carinhos Plásticos, e isso presumivelmente devia fazer com que elas se sentissem bem, mas elas acabavam se sentindo mal. E já que pensavam que tinham estado trocando Carinhos Quentes, essas pessoas ficavam muito confusas com isso, e não percebiam que esses sentimentos de espetadas frias eram o resultado de eles terem trocado Carinhos Plásticos.

Então a situação ficou muito grave, e tinha começado com a vinda da BRUXA que tinha feito as pessoas acreditarem que algum dia, quando menos esperassem, poderiam enfiar a mão no Saco dos Carinhos Quentes, e não encontrar mais nenhum.

Não faz muito tempo, uma mulher com grandes quadris, nascida sob o signo de Aquário, chegou a essa terra infeliz. Ela parecia não ter ouvido falar da BRUXA malvada, e não se preocupava que os Carinhos Quentes acabassem. Ela os dava de graça, mesmo quando não eram pedidos. Eles a chamaram de Mulher dos Quadris e a desaprovaram porque ela dava para as crianças a idéia de que não deveriam se preocupar com que os Carinhos Quentes terminassem. As crianças gostaram muito dela, porque se sentiam bem perto dela, e passaram a dar Carinhos Quentes sempre que tinham vontade.

Os adultos ficaram muito preocupados e decidiram impor uma lei para proteger as crianças do desperdício de seus suprimentos de Carinhos Quentes.

A lei dizia que era crime distribuir Carinhos Quentes de maneira descuidada, sem uma licença.

Muitas crianças, porém, não pareceram se preocupar; apesar da lei, continuaram a trocar Carinhos Quentes sempre que tinham vontade e sempre que alguém pedia.

Pelo fato de existirem muitas, muitas crianças…

quase tantas quanto adultos, parecia que talvez eles conseguiriam seguir o seu caminho.

E agora é difícil dizer o que vai acontecer:

As forças da lei e da ordem dos adultos forçarão as crianças a parar com sua imprudência?

Os adultos se juntarão à Mulher dos Quadris e às crianças, achando que sempre haverá tantos Carinhos Quentes quantos forem necessários?

Os adulto lembrar-se-ão dos dias que seus filhos querem fazer voltar?

Publicado em Saúde e bem-estar | Deixe um comentário

Frase da Semana

"Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com freqüência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar."

William Shakespeare

Publicado em Saúde e bem-estar | Deixe um comentário

Tecendo as Relações

O TAPETE TRIBAL

Para os nômades balúchis, a posse familiar mais valorizada é o tapete artesanal ricamente colorido. Os balúchis levam uma vida errante, geralmente com pouco dinheiro e poucas posses. O desenho e a tecelagem de um tapete é uma atividade de grande significado familiar nesta paisagem árida e inóspita. Ele provavelmente será tecido em um grande cercado próximo a um amontoado de habitações e, de tempos em tempos, transportado por distâncias consideráveis até que a tarefa seja carinhosamente concluída. O procedimento acompanha as seguintes fases:

FASE CONCEITUAL

Depois de um noivado ou algum outro evento familiar importante, uma discussão dá início ao projeto. O chefe da família comanda a discussão e os mais velhos expressam suas idéias sobre o desenho, custo e fonte de finanças, antes de se tomar a decisão final de prosseguir.

FASE DE PLANEJAMENTO

Um desenhista profissional pago para preparar uma seleção de projetos adequados para apreciação, seguindo-se uma discussão animada até chegar à escolha final do desenho e da cor. Um desenho novo e complicado pode custar proximadamente 500 dólares.

FASE DE IMPLEMENTAÇÃO (execução)

Aprovisionamento de recursos.

Quando se chega a um acordo quanto ao desenho e o preço é negociado, o passo seguinte é a seleção dos materiais – lã, cânhamo, algodão ou algum outro material para a urdidura e a trama, lã para as felpas do tapete e corante para produzir as ricas cores do complicado desenho.

O desenhista acompanhará os aldeões ao mercado para selecionar a lã e o algodão. Os materiais são comprados sem que estejam tingidos e quando o processo de pechincha é concluído os grupos vão até o tintureiro, onde são discutidos os tons exatos. A primeira fase de confecção consiste no processo de tingimento, que leva muito tempo. Corantes vegetais ou à base de anilina são misturados a quantidade necessária de lã é colorida em cada um dos vários tons para completar o desenho. O tingimento de lã é uma arte antiga que exige considerável habilidade. É importante que a quantidade correta de lã seja tingida em cada cor, ou o custo se elevará e a qualidade será prejudicada, pois pode não ser possível alcançar o tom com precisão suficiente para produzir mais lã de um determinado tom e qualquer excesso em uma cor resultará em escassez em outra.

CONFECÇÃO

O tapete é feito numa grande armação de madeira (tear) na qual a urdidura e a trama são esticadas durante o processo de amarração manual. A madeira não é abundante e as circunstâncias determinam se para o trabalho esse equipamento essencial será construído, pedido emprestado ou negociado com outra família. Outras ferramentas incluem a tika – uma pequena navalha semelhante a uma faca, um pente especial, tesouras e recipientes nos quais a lã será tingida.

O trabalho de confecção de tapetes é uma arte antiga praticada por povos nômades durante milhares de anos. A aprendizagem começa na infância e cada felpa de lã é cuidadosamente inserida e amarrada a mão. Quando o tapete está terminado, ele é lavado em água corrente limpa e levado a um empreiteiro para que a penugem seja raspada, resultando num acabamento uniforme.

FASE DE CONCLUSÃO

O tapete acabado é passado a ferro e deixado nos becos e ruelas da aldeia tribal para que o passar de pés possa realçar sua beleza. Depois, ele é entregue à pessoa para quem foi feito.

Publicado em Organizações | Deixe um comentário

Don’t give up – “Não desista”

Nesta terra honrada crescemos
Sempre fomos desejados
Ensinaram-me a lutar, a vencer
Nunca achei que poderia fracassar
Parece não haver mais pelo que lutar
Sou um homem cujos sonhos desertaram
Mudei meu rosto, mudei meu nome
Mas ninguém quer um perdedor
Não desista. Você ainda tem a nós
Não desista. Não precisamos de muito
Não desista. Pois ainda existe um lugar para nós
Descanse a sua cabeça
Você se preocupa demais
Vai dar tudo certo
Quando as coisas ficarem difíceis
Pode contar conosco
Não desista. Por favor, não desista
Não desista. Pois você tem amigos
Não desista. Você não é o único
Não desista agora. Temos orgulho de você
Não desista. Você sabe que nunca foi fácil
Publicado em Saúde e bem-estar | Deixe um comentário

FOTOGRAFIA

FOTOGRAFIA É UMA ATIVIDADE DIVERTIDA. É FEITA PARA REGISTRAR LEMBRANÇAS E COMUNICAR NOSSAS IDÉIAS E PENSAMENTOS, E É A ÚNICA EM SUA CAPACIDADE, CAPAZ DE CONGELAR PARA SEMPRE UM DETERMINADO INSTANTE DO TEMPO. É ISSO, TALVEZ, QUE LHE CONFERE UM ENCANTO UNIVERSAL.

 

“FOTO” EM GREGO, SIGNIFICA LUZ E “GRAFIA” SIGNIFICA ESCRITA, PORTANTO “FOTOGRAFIA” QUER DIZER “ESCRITA DE LUZ”.

TUDO NA FOTOGRAFIA É UMA QUESTÃO DE LUZ. UMA ESCRITA EM UMA CAIXA PRETA, A IMAGEM COM A LUZ DA SITUAÇÃO AMBIENTAL, QUE SE FORMARÁ NO NEGATIVO.

A FOTOGRAFIA, ASSIM COMO A MÚSICA, É UMA ARTE UNIVERSAL QUE TRANSMITE SUAS MENSAGENS COM MAIOR FORÇA E DE MODO MAIS DIRETO QUE AS PALAVRAS.

TAMBÉM JÁ DISSERAM QUE “UMA IMAGEM VALE MAIS DO QUE MIL PALAVRAS”.

A PRINCÍPIO, PARECE UMA TAREFA BANAL, JÁ QUE O ATO DE FOTOGRAFAR É MECÂNICO E SEU REGISTRO DURA, GERALMENTE, UMA MERA FRAÇÃO DE SEGUNDOS.

É FÁCIL OBSERVAR QUANDO UM FOTÓGRAFO TRABALHA, É ELE QUEM ESTÁ TIRANDO FOTOS, NÃO SUA MÁQUINA.

O ATO DE FOTOGRAFAR IMPLICA EM SELECIONAR TEMAS, DECIDIR RECORTES, ESCOLHER PONTOS DE VISTA E APERTAR O DISPARADOR NUM MOMENTO EXATO.

EM GERAL, TUDO ISSO É FEITO MUITO RAPIDAMENTE, PORÉM NÃO PODEMOS ESQUECER QUE TODA A HISTÓRIA DE VIDA É REQUISITADA, TODOS OS QUADROS QUE O FOTÓGRAFO JÁ VIU, OS FILMES QUE JÁ ASSISTIU, OS GOSTOS PESSOAIS, A MODA, AS CAPAS DE DISCO QUE GOSTA, A TV… ENFIM, TUDO QUE O FOTÓGRAFO VIU ESTÁ ARMAZENADO EM SEU INCONSCIENTE. TODO SEU PASSADO ACABA SE RESUMINDO NUMA ESPÉCIE DE ESTÉTICA PESSOAL E SERÁ SEMPRE UMA REFERÊNCIA PARA FUTUROS TRABALHOS.

FOTOGRAFIA É UMA ARTE. FOTOGRAFAR NÃO É OLHAR O MUNDO ATRAVÉS DE UM BURACO NA FECHADURA. NAS RUAS, NA PRAÇA, NO CAMPO ABERTO NÃO EXISTE BURACO DE FECHADURA. O FOTÓGRAFO QUASE NUNCA ESTÁ FOTOGRAFANDO SECRETAMENTE. DE ALGUMA FORMA, ELE ESTÁ INTERAGINDO, ESTÁ DE ALGUMA MANEIRA INTERFERINDO. POR VEZES, ELE ESTÁ MESMO FERINDO.

UMA BOA FOTOGRAFIA É O RESULTADO DE ALIAR ESTÉTICA E COMPOSIÇÃO. DEPOIS DE ASSIMILADA, ELAS SE INCORPORAM AO OLHAR.

ADICIONADO À TUDO ISSO, CRIATIVIDADE E DESTREZA E EM UM CLIQUE.

Existem momentos na vida que são para sempre. E merecem ser registrados.” Marina Alves – Jornal Pampulha 11 a 17 de abril de 2009

Publicado em Arte | Com a tag | Deixe um comentário

Lei dos Sabinos

“Esteja certo de estar no time que o desafia…
É fácil para as coisas saírem fora dos trilhos.
É fácil saber o que fazer e, mesmo assim, não fazê-lo.
Isto até parece ser como a vida é…
Todos nós temos épocas em que não usamos o que sabemos.
Mas, se nos rodearmos de pessoas que se movitam para frente,
que são positivas,
que estão concentradas na obtenção de resultados,
que nos apoiem,
Isto nos desafiará a sermos mais, a fazermos mais…
Se Você puder se cercar de pessoas,
que nunca deixam Voçê se acomodar com menos do que Voçê pode ter e, ser.”
 
https://youtu.be/deUOYucV00A?si=7PQkHFJv4xvJz5RM
Publicado em Organizações | Com a tag , | Deixe um comentário

Hino Nacional Brasileiro

 
Publicado em Vídeos | Deixe um comentário

Concurso Fotográfico SESC/MG – 2009

Clique Turismo: Minas Gerais com o olhar do Turista

Confira os resultado no site da FRISA Produtora:

www.frisaprodutora .com.br

Fotografias Premiadas:

Terceiro lugar – Local: Catas Altas

Igrejinha de Santa Quitéria

Fotógrafo: Ricardo Avelar Andrade

Belo Horizonte – MG

Segundo Lugar – Pico da Bandeira – Pq.N.do Caparaó

Mar de Minas

Fotógrafo: Marcos Dirceu Souza

Santa Barbára – MG

Primeiro Lugar – Ouro Preto

Rua Direita

Fotógrafo: Guilherme Bergamini Mascarenhas

Belo Horizonte – MG

Publicado em Notícias e política | Deixe um comentário

Frases para refletir

Frase da semana – 19 de março de 2009:

A vagabundagem adora degradação.

Publicado em Saúde e bem-estar | 2 Comentários

Nota de Abertura

Bem vindos!

Hoje é meu primeiro acesso. Estamos no dia 28 de fevereiro de 2009.

Esse sou Eu:

Essas são as cervejas que bebo:

Publicado em Pessoal | Deixe um comentário